quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Repeteco // As coisas às vezes parecem estar fora do lugar, mas não estão. Creio nisso. Porque se tudo ao redor é pouco importante ou de diminuído significado, é na própria raiz que essa verdade se comprova. Explico: se em volta nada tem real poder de transformar ou gerar reações, ou mesmo desfazer... Não importa... “Que o mel é doce é coisa que me nego a afirmar. Mas que parece doce eu afirmo plenamente”... De novo Raul Seixas...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
RAUL, ROBERTO CARLOS E 1 PROVÉRBIO
domingo, 6 de dezembro de 2009
Fiquei com vontade de ouvir um reggae de Bob Marley, que nasceu numa lágrima negra chamada Jamaica, jorrada por um deus que chorou naquele lugar, em dia de furacão africano. Cantou tudo e... Saudando os filhos e sua origem. Dela embebedara a poética que o perseguiria pelo resto da vida; Sem mencionar a doutrina Rasta de retornar até o fim oceano, onde aguarda o continente...
Dali... E não é Salvador... Não pinta de roxo o que nasceu verde, azul, adornado de marfim de areia... Finca os pés e vai deslizando a linha ocular roçando retilíneo o chão até descer as
ondas ao contrário... Se perder... Se acha! Com cautela e respeito... De mar.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Da série palavras repetidas // Aonde se esconde a beleza? Em que lugar? Pode reparar que dificilmente, entre casais, o belo encontra similar... Quase sempre a perfeição desfila acompanhada daquilo que não é tão... Perfeito!... Talvez porque sejam munidos de outros atributos, ou universos, outros... E é tão particular a escolha, que depois, contemplamos do mesmo jeito... E fazemos graça com risinhos... E brincamos de estar junto... Vai passear pq é sexta-feira e vc merece... Algumas horas de perfeição...
Repeteco // Penso no paradoxo q existe por trás da lança Armênia cultuada. Aquela q perfurou Jesus... Mas há qualquer ponto fora de ordem nesse bordado. Partindo de outros exemplos, os escombros das torres gêmeas
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
REPETECO //
A poesia de Pedro não fala; canta. Contemporiza, Exalta.
E é no bumbo q faz estrada.
Onde o chão é grave e a vida ecoa... Mas a música,
Senhora teimosa,
De hiatos profundos
Parece curvar-se ao mundo
E pedir humilde...
Passagem;
Porque na poesia do moço
Do verso que canta,
Passarinho pede licença
E o texto rompe a regra.
Como quem perde o caminho
Para achar outra forma, ou fôrma.
Não tem paciência a ciência 100 par!
Era do nada, um nada de menos ainda? Só calmaria de vento abanando, página virada.
Sopro q não soa, canta...
Pano de pó letrado.
Poeira de rabisco...
Risco de poesia...
Com assinatura de nome de apóstolo
Que perdeu a cruz e moveu a espada
No cume da santa
Palavra inventada.
Para o poeta P. Rocha
