terça-feira, 7 de maio de 2013


Passando pela mesma rua de Higienópolis encontro a senhoria chamada "Princesa". Encolhida feito planta, debaixo de 1 fino cobertor. busco outro, mas ela novamente recusa. E diz q o novo esta guardado. Esse bairro é judaico, e tiro o meu chapéu p a tradição - ou deveria colocá-lo! PQ mesmo sem teto, aqueles daqui cuidam. E, p alguém, no seu universo senil, o teto são estrelas. Como diziam os poetas! Antes dos risos, ou deduções; saibam: geralmente é mto pior! Há 1 "lar"; E nas portas abertas sem paredes a invisível inscrição. COMUNIDADE!
Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! 

segunda-feira, 6 de maio de 2013




OS JAPONESES DIZEM QUE A INDIFERENÇA É A FORMA MAIS SUAVE DE INTOLERÂNCIA... CONCORDO...
  

NAVEGUE PELO ARQUIVO




A vaga no centro te pertence... Feche os olhos e vá embora... Minutos de sonho acordado recomendam as horas do dia seguinte... E nada é tão longe quanto parece...

GOL... Marca de carro ou companhia aérea... Adjetivo proclamado pelo imaginário popular para designar sucesso extremo ou conclusão do objetivo... Estancamento da possibilidade de reação ou a glória do outro... O que Sacramentará a festa do porvir... Esforço conjunto para justificar administração milionária e biombo da ditadura militar (1970!)... Alívio ou esquecimento ou insucesso ou sensação de feriado prolongado. Samba e bordoada e riso que chora lágrima de uniforme... Dissolução momentânea das dívidas pessoais... Porque o mundo Travestido deFUTEBOL... De sol... Faz à ilusão da fôrma e a solidão da carne. O pensamento diluído feito antiácido efervescente porque começou o segundo tempo e tudo para... Paradinha!... Atira-se o arqueiro a flecha arremessada com ponta redonda de bola que voa, ou tiro de perna malhada que soma quilômetros por hora e faz explodir o outro lado da arquibancada cor de nuvem carregada...
O outro se cala, e quem fala até quando é o juiz... Magistrado do apito ou jogador que não foi?... De resto cantarão suas alegrias e derrotas. Como se um não dependesse do outro e pensando alto, repetissem os trejeitos, acabando por falar de todos... Nós... Até outro trovão de alegria, quando o céu desabar lágrimas de chuva salgada e o coração, feito um bumbo alucinado, esquecer que te pertence...



Quem vive de texto, não morre de tédio... Segue até o arquivo...

Pensei que novamente pudesse ser interessante escrever. E perceber os fatos, traduzir as línguas... Quantos somos, quantos fomos e, afinal; quantos deveríamos ser? E o presságios por trás da palavra falada e o resto do tempo no contratempo dele mesmo... Os ponteiros que os olhos acompanham movem a claridade pré-determinada por minutos nunca reciclados! Depois dias, semanas, meses, anos, décadas e o centenário que a maioria certamente ainda não pretende alcançar. Mas crendo em possíveis tecnologias arrisco opinar e sugiro o questionamento... O mesmo mecanismo que segue frenético os ponteiros ao longo do que resta, parece empurrar com sopros de desejo, em direção contrária. Como se quizesse acalmar as rugas ou substituir células...

MARIO, FERNANDO, CARLOS, PABLO ... Estes eram e serão sempre; POETAS ... Agradeço de coração aqueles q assim me consideram, mas devo advertir ... Minto c tanta sinceridade e devoção / q fiz sobrenome das letras; de resto somente João. E peço licença pelo atrevimento, e agradeço sua míopia. Não diminuo palavras; faço casas... De poesia!
"N tenho tudo q amo, mas amo tudo q tenho". Frase de caminhão. Concordo! Mas um adendo: todos os dias penso; o q realmente tenho a pele esconde ...

GENTIL HOMEM BÊBADO (Carrá)
DE BAUDELAIRE O CONSELHO:

É PRECISO ESTAR SEMPRE BÊBADO
ALÉM DO IMAGINÁRIO E DO REAL

É PRECISO ESTAR SEMPRE SÓBRIO
PARA PINTAR A BEBEDEIRA.

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Assim como o ouro está acima dos outros metais, a caridade está acima das outras virtudes (Santo Antônio) ... Adoro o cara .De verdade verdadeira mesmo..Certa vez perguntei se ao término dos tempos estaríamos todos nós acompanhados. Aos pares...Seriam dele as providências? ... Por fim parecia ouvir uma voz rouca ecoando e que acho até que era a minha. E dizia que se há conversa há resposta.Então desde já não estamos... Sós...Ou falam sozinhos os outros?... E no ocidente silêncio não é desapego de som mas cantar sem voz ou consumir reflexões sem ambientes adequados ou rezar com ruídos de televisão ... Mas há controvérsias meu santo, e se não fossemos assim, talvez nem compreendidas seriam suas intenções de pessoa invisível. E isso também é buscar... Suas palavras escritas sem testemunha ocular ou confirmação de cartório ou qualquer coisa parecida cairiam num imenso vazio se diminuida de dúvidas fosse a massa...E fazemos parte dela e Interagimos todo o tempo. Deixa estar meu santo... Estamos caminhando e isso é muita coisa. Amém...
Os dois planetas que morei...
Tornar – se - ia o maior de todos os vícios de um mesmo menino velho. Achar uma linguagem, um chão. A Terra rachada de morro, caatinga de lixão. A miscigenação de toda parte e interpretações. O gosto e o cheiro dele. A busca de uma ordem que não haveria! Todos querem a mesma coisa, não? Quem fala demais não decupa, se esquece. Eu sou assim... Mas não engano ninguém.
Do mar que durante toda a vida acompanhei aprendi com a sua constância curvilínea, de longe. Olhando rodas de capoeira acertei ponteiros. Nos terreiros percebi uma fé irretocável, dona. Nas igrejas toquei alguns anos. Os anjos moravam ali, mas com certeza, não sentavam nos bancos...
Não temo palavras, nunca. Somente quem as carrega. Ou como! Entoam, transbordam. São apequenadas por trás de um grito, ou de sussurro aterrador; Ou ao contrário! E os “porquês” de quase sempre?
A comunicação falada por si só, deveria emergir lavrada de perdão, ou simplesmente desistir. Falamos para fora, e para dentro... Simultaneamente... Em colisão!
A boca que exala e a garganta que sopra. Como fossem de frases a embarcação. Empurra a vela, respirando diálogos num oceano vertical. Nascendo atrás dos dentes, língua, lábios e olhos e poros... E a conversa! Quem escuta?
Não sou nada que não possa ou deveria. Apenas o cara que escondi atrás dos olhos. Toda vida! Uma devoção a tudo que pudesse convencer.
Que o “tempo”, seja quase uma indagação constante, conjugada no caminho das minhas previsões, admito! Mas os personagens. Ah! Os personagens dos personagens! Justificariam tudo! Lugares em movimento, que falam por si... (!)
É a informação. Desconstruida, reformulada. Referências em preto e branco, guardadas a sete chaves, no cofre forte de uma memória sobrevivente. Todas elas são! E tem a ver com o tempo... Mesmo que surtadas no manicômio da alma respiram sua necessidade de existência...E o prefácio dos mundos que escreveria, seria como dar a luz a mim mesmo...

terça-feira, 30 de abril de 2013

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Anda irmão. Navega!... Se as pernas não correspondem faz o cérebro correr... Faltam grãos num planeta acelerado. Pensaram em tanta coisa! Chegaram em tantos lugares... Mas faltam grãos num planeta acelerado. Sua participação tornou-se fundamental. Assim caminhou o tempo. Não há lugar para espectadores mas, somente, cidadãos atuantes... Do mundo q falava Brech e todos os pensadores...
Mas todo mangue também é ninho. Infestado de mosquitos e muriçocas alucinadas. Quando percebemos que o contato físico soa repugnante e o ar periférico parece ruim, não realizamos que a lama esconde um imenso berço. Um útero natural parindo vida em sincopada velocidade. O milagre dissipado de milhares. Ninguém é de todo bom ou ruim... Nem ele. Nem assuntos. Nem pessoas ou lugares...
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Calor lembra suor; água salgada em transpiração; "exalação"dos poros. Penso q qdo esta frio, a metáfora inversa soa coerente. O título de 1 livro de Fernando Pessoa, "O Eu Profundo e os Outros Eus"; hj, seria a poesia q resumiria o meu dia. Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! Namastê! Saudade da Blyss Yoga.
  •  Começo a perceber a paz nas diversas formas de silêncio; das máquinas modernas e antigas; nos passantes e suas vozes altas, nos carros e seus senhores; q bem verdade poderiam estar incluidos na categoria anterior. E no próprio silêncio; qdo o vento pede licença e assopra; lembrando q há movimento. Mesmo na falta dele...
  • Chuva lava alma pesada; relaxa os ouvidos c som sincopado. Hora p se abrigar, cuidar dos seus. Ou pensar naqueles q gostaríamos perto! Embaixo da montanha q sustenta o Cristo Redentor há uma floresta q brilha qdo chove! Como se todos os anjos não chorassem ao mesmo tempo! Ou não "varresse" o asfalto toda aquela água... Agradece; enquanto o sol descansa...
  • · Há de chegar o dia q toda argumentação será generosa; e todo álibi terá no outro, alvo. E todo símbolo a mesma bandeira; e por 1 hora teremos a mesma pele e cor de olhos e perfume. E depois, a normalidade dos fatos q contempla espelhos, multiplicada por óculos, lembrará a obra divina q por 1 motivo qualquer, perdemos de vista durante os acontecimentos e suas curvas... Nós mesmos!


... Aos meandros do tema tornava a afirmar. A grande evolução dos remédios tarja preta remendariam os anos seguintes em função do ganho capital. Dinheiro mesmo. Apressada caminha que não se deita... Mas... Anda! ... O despertador tocou duzentas vezes e meia este ano, que quase terminando está. Bota a gravata. É fundamental a sensação de pressão junto a jugular sob o sol de muitos graus. 

Pensassem vocês que todos daquela vila sabiam dele estariam enganados. Optara pelo isolamento por vontade própria. Em função das circunstâncias! Dizia que transformaria o surto em ato. Simples mesmo: a solidão física de um corpo isolado e livre. Não para ficar trancado pensava...! Preferiria outra deserção ou salvar a alma ou a vida toda... E era conveniente a decisão tomada. Pegou as coisas que eram poucas e foi fazer a vida nas montanhas azuis. As cavernas eram sabidas, mas não freqüentadas e tinha água por todo canto. E um frio de gelo que doía o calcanhar e retornava as lembranças... E viam alguns poucos que passavam o sujeito olhando o tempo. Depois disseram que era de uma sensibilidade ímpar capaz de enxergar o que os outros não sabiam. E falavam que entoava cânticos que acordavam rosas. Quase que cadenciadas as informações se adiantavam e velozmente eram percebidos seus efeitos... Certo sujeito passou a caminhar todos os dias. Era negociante e acreditava que se visse aquele homem teria sorte nos negócios. Fulano se banhava nas cachoeiras de baixo quando o outro mergulhava. Acreditava ser quase benta toda água que a pedra despejasse. Era um anjo que nadava!... Cicrano que não chegou até lá teve um sonho e ouviu as preces e curou o espírito de não sei qual mau pressentimento. Era notícia numa cidade quase diminuída de tão pequenininha... E passavam estrangeiros com suas versões apalavradas em banco de igreja. Chegavam de todos os cantos versões do mesmo enredo do homem, da cura e do poder de uma fé muda, acompanhada de longe por um maltrapilho que não sabia de nada e somente achara uma forma de fugir do hospício estadual... Tantas eram as mesmas novas que a história envelhecia na metade do caminho... Falou-se muito até que anunciada fora a morte do dito. Alvoroço a parte foram conferir os ossos. Fêmur exposto, juntas, vértebras, caixa craniana. Encontraram a cabana de madeira simples, uma cama e poucas panelas velhas. Sobre o passado alucinado ninguém lembrava mais. Não havia registros naqueles interiores e o nome agora era segredo guardado nos arquivos de Deus. Falaria com o pobre as profundas orações... Honraram aquele homem de longe sem degustar o risco sonoro da palavra falada!... Saudaram e acreditaram num santo sem voz para fazer ecoar idéias!... Disseram que o turismo local hoje recebe gente de todos os lugares. A cabana promovida a museu e os ossos cremados e transformados em cinza que enchiam frascos pequenos e suspeitos de milagres...

BIKE AMSTERDAM

segunda-feira, 29 de abril de 2013


Os palcos e a magia do tablado e seus devaneios... A coragem e a explosão. Onde o artista que é confuso zelador admite o improviso e realiza as intenções do diretor, o rumo do texto, os movimentos e passos... O russo Nijinsky foi um dos mais incríveis bailarinos de todos os tempos. Também era conhecido como Sacha e namorava o empresário que da coxia sempre observava as apresentações. Certa noite exagerou na coreografia com movimentos obscenos e a platéia reagiu... Fecharam-se as cortinas aos gritos de um público enfurecido que arremessava todo tipo de objetos... O outro em seguida pergunta sassustado sobre o porquê daquilo tudo naquele ano de 1912... Ouviu e respondeu: você acabou de se masturbar perante toda Paris Sacha!... Não, dizia ele... Não fui eu!...
CORES... PERFUMES... TEXTURAS... TUDO TE PERTENCE... E TEM SOL POR TRÁS DA CHUVA QUE LAVA E INUNDA... DE NOVAS POSSIBILIDADES... A VIDA QUANDO PERCEBE... O SOPRO DA RESPIRAÇÃO...

sexta-feira, 26 de abril de 2013


... On one hand it could all be impossible to stem the tide of history. About the destination? Lost the language in the curve of events and now sows omens and pray the prayer of the righteous. Where fetching water drink casing! Men as plants provide oxygen lambing cracks and break all the praising life exaggerated, overstated, exaggerated ... Cost to whom cost.
The land, who shed his infinite generosity ... Seemed shade peace, without realizing it, in the dark. It was like sleeping with your eyes open.
And the land poor, mistreated by ants civilized knew deep down that the future would lie, A return; There would be room for many pipelines, many structures. It was inevitable signal the season of flowers, the cold; cardigans were made by the breath of a fall increasingly shy. Winter, selfish old man was cruel and unforgiving. Come increasingly violent.So it had to be transparent. Pointing stations that were no longer just about four. Only two! The heat frontiersman not differentiate the scent of flowers or the breath of autumn, or anything too hot or too cold ... The earth knew that.
Had a certain feminine, motherly. Millions of years ago had been broken into pieces, twisting, creating shafts, turning entire mountains, oceans and drinking water breaking.Adapted beings and forms. She was the mother, heart easily fooled.
But ... There is, however! Very experienced that lady, though new. To the universe, millions of years do not extend more than a weekend trivial. But still ... There were millions of years.
And the father of this universe old, hitherto oldest still agonizing pain of the wise. The science of pain they see through the lens of time. The father of the universe was thetime ! Unsteady hours flew without wings, in a hurry.Hours of modern controlled by squib affairs, facts, information. Hurry! The lord of all, had to rush a clock without hands.
WAS ONCE THE TIME THAT WAS THE FATHER OF THE UNIVERSE , THAT NEEDED A DARKER NIGHT LIGHTING AND LIGHT DAY ANTS They walked SHOE ...!

Pensei naquele...

Que dividia comigo sua existência invisível. Sempre preferi acreditar que negociava com quem me habitava. Alma! Rezava em silêncio por aqueles que não sabia e cantava para explanar minha forma de conjurar a vida, sem maiores conhecimentos de causa, com ouvidos, e olhos que dispensavam lentes de ocasião.

A responsabilidade com que nos portamos enquanto indivíduo seria a bagagem, do que viríamos a carregar, pensava. A troca! Amai-vos como se a ti mesmo, ouvia. Ali, acolá, daqui a pouco, na próxima... O próximo! E a agressão ao dia seguinte?  Compaixão estagnada. Praga moderna...

Como índio ou negro, ou mestiço brasileiro (que sou!), também diria não ao perdão Papal. Mas jamais poria em duvida os valores da casa de Deus; que deveriam ser todas. Todavia, a cumplicidade da fé é de cunho ímpar, e intensidade elementar. Concordemos ou não, toda religião é a fronteira que enaltece e repassa a premissa da convivência maior. O respeito ao passo alheio. Senão o que seria ser filho? Porque eles seguem pais? Que formalizam um país? Qual o tamanho disso tudo, exceto um acentozinho de titica, para os que não sabem ler...

A floresta canta em silêncio porque assim captamos a integração das suas oscilações, disse um chinês; Como também perdoa maternal, nossa sede de formiga; Silencia para continuar, no espaço-tempo que ponteiros não acompanham. Uma, a uma, a paisagem varia, até tornar-se outra. E projeta o milagre sincopado, as estações que o arqueólogo vasculha para explicar, antes que um tufão leve destroços para a oura metade que gira. Gelo que derrete e lixo que aparece. Mesmo que tenham milhões de anos.
Adianto-me aos xiitas de plantão e afirmo o óbvio. Não podemos comparar plásticos e dejetos a objetos, ou mais precisamente, utensílios pré-históricos, ou nem tão longe assim!... Mas o princípio! Não imagino varejeiras antediluvianas sem carniça para fuçar. Aí vão dizer que ninguém enterrava detritos e a inseto não tem focinho, e o vocábulo que possa derivar... Deixa...

E a orquestra, hein? Flutua com ruidosa suavidade, na calada do piso corrido que ecoa e um dia teria sido de areia... E o executante com rigor de monge, reproduzindo a sinalização das partituras, e a cadência apontada. Sabe corresponder a excelência do que faz.

E poderíamos nos perguntar, tolos, sobre vozes num quarto escuro, antes do sono. Ou num assobio que rouba atenção e mata verso sem caneta. Ou, na cervical entortada numa cadeira de computador. Tudo o que realizamos. Para quem, ou por quem, ou por fim?

Sabemos da floresta, do maestro que rege a casta, e reproduzem sons contabilizados há séculos que não derretiam. E mesmo assim; mesmo assim, parece que não aprendemos nada...  

Aos desentendidos, sugiro que ao término de tudo, perfure a crosta sem arranhar, deleitando músculos retraídos, adormecendo suave a pálpebra, para rejuvenescer ao acordar. A teimosia é cabra ruim! Sem sobrenome. O procedimento relacionado ao desempenho de cada um, que por causa inerente, comumente é renegado, ou não realizado, acaba (cantante) por si só, se adaptando!...

E é preciso esvaziar a garrafa pra depois encher de novo! Do aprendizado ulterior! Ou seguinte, se preferir outro nome. Senão agoura. Fica parecido com tecido encanecido. Por mais que se entupam de clorofila. O que resta (?)... O corpo? Transporte gratuito de questionamentos! Congestionamento do espírito santo, lotação e purgatório, que é quase a mesma coisa!

Com a fuligem de uma diminutiva avenida brasil, pergunto, por quê? É dor da saudade de uma marchinha eletrônica, que desacompanha as pernas. E é ligeiro o carteiro, por isso não nega e corre atrás! Pra saber do seu mote! E o que venha isso a significar... De passagem... Vossa pessoa?

Finalizando. De uma forma estranha, em algum momento da física quântica, proporções diversas devem alcançar nivelada intensidade. Isso é teoria que não posso afirmar; mas é possível que seja daqui a pouco, e soa coerente. Isso sim. Porém...

“Trono a falar, que é a minha fôrma de enxergar”...  
ADORO ESSE TX : Uma Clarineta, um Trompete e uma Ninfeta Piranha Menor de Idade //

O trompetista era estudante dedicado. Tinha méritos o rapaz sim. Fora sozinho para o exterior, estudava muitas horas por dia. Aprendeu a ler partituras como se livros fossem; e outras línguas também. Méritos...! Mas o ego; ah! Inimigo mordaz. SE “encarregara” de criar um sujeito com vícios diferenciados da erudição. Garotas menores de idade por exemplo. Fácil perder o rumo sem ver o rosto do cobrador! A empáfia absurdamente dimensionada sorria sozinha quando vestia um terno para tocar na filarmônica; Era “concursado” o capeta e ganhava bem! E elas acreditavam que isso ainda era bom partido e ele vendia o peixe! Porque feminismo em certos lugares é palavra em desuso! Problema  era pagar o pedágio ou a conta. Sovina o rapaz que tinha quase trinta! Se cair mete o nariz no chão porque à mão não abre nem para dar tapa! O outro, mais velho q tinha seus trinta e mais de meia década, era racista, gago e nascera numa dessas cidades do interior de Minas. Se auto-intitulava austríaco! Racista de carteira; reza a lenda, muito pouco dotado. Mas sabia seduzir e vá entender o resto! Nomes pomposos, gentilezas, outras línguas; sei lá. Um copiava a podridão do outro. Caçadores de periferia de garotinhas menores de idade. 

Ela pessoa boa, ingênua (ou não!); mas menina. Filha de mãe preta e parenta de vários. Dezesseis anos e já morava na capital. Crescera numa dessas cidades diminuídas e cantadas por sertanistas. Linda! E Se deixou levar com olhos grandes de chocolates franceses e vinhos. E iludir quem tem dezesseis! Simples seria ! Vendemos a alma por um preço pífio às vezes não! Ou; um mínimo para quem pensava não ter nada; pingo de pirita que era mina. E não faltava nada à filha da mãe! Futilidade moderna;  ausência de pai e cinto. E a mãe, viajava para projetos sociais. Trabalhava na área da saúde pública e se enfiava aonde ninguém queria! Cuidava de problemas bucais, mas mesmo assim, suas palavras nas orelhas da menina não ecoavam, viravam vento, diziam nada.

E fôra ela, o parque de diversões dos moços. O que fizera com um, que de tanto contar, com o outro fora repetido em dobro! Entregara a menina com os seus segredos, o trompetista. Fácil ser o melhor, quando segredos não existem. O outro foi!... A Geni de Chico; A madalena de alguém. E várias vezes, quando a orquestra não tocava, lá estavam; ela fingindo estudo e batendo ponto à tarde, saciando a fome de marmanjo da vez, que cospe na cara e dá pancada nos glúteos; depois espalha nas rodas sociais o que acontece com orgulho e menininhas menores de idade. 

Mas, voltando a vaca fria, ficou impressionada mesmo com o “som da clarineta”. Dizem q até 1a parceira apareceu! Sabia agradar porque do amigo estreante ouvira as estórias. O que fazer! O outro virou fachada! E "servir" quem renega a cor da mãe? Frase forte essa... 

Continuemos: No fundo abissal daquela passa, passa, ou troca, se escondia oculto; talvez; o desejo secreto dos rapazes. Especialistas em sopro e outras embocaduras! O que diria Sigmund Freud que criara a psicanálise! E a figura da mãe entraria aonde? Eram quase irmãos! Incesto homosexual moderno? Talvez. Porque mergulhar entre as pernas cujo outro se esbaldou e desdenhou depois de se divertir, sem preservativos e sombras de respeito e outras moralidades em desuso. E pedir de volta com ares de desejo  profundo!

Mas havia 1 detalhe; 1! E não tão pequeno quanto o falô do mais velho: O trompetista quis voltar ao duo; mas na partitura; só escrita estava; a melodia da clarineta! 

Meu pai! Com permissão atestada em conversa de balcão... E contam que muito rápido foi à passagem de um para o outro. Presentes !?  Dias que resumiriam aquela amizade eterna e profissional de anos. E com o aval do dito; ou, o do trompete, abrindo alas para a clarineta. E convivendo; todos os dias... E dizem que o segundo instrumento, é bem mais difícil de aprender!... Deveriam ser mais  modernos e correr um risco qualquer aqueles dois, porque na minha terra, quem come caroço, deseja a fruta. Se estiver errado, por favor, corrijam... Nada contra, mas “viadagem”mal resolvida é Fo da!

Sobre ela; hoje alcançou a maior idade disseram; e têm problemas de foco, inseguranças absurdas. Não sei se acabou mais ou menos piranha do que deveria ser... E fingia com certeza infantil, que era bem resolvida; ou realmente pensava... Nome não conto! Não assino embaixo por afirmação nenhuma que venha dali; Porque verdade é outra coisa. E talvez; a coroa não caiba na cabeça do olho que enxerga o castelo! Fazer o que? Dizem que foi estudar música na escola de um e a mãe continua rezando uma coleção de novenas e cuidando daqueles que ninguém quer. Sem nunca deixar de pensar na filha! Merecia àquela senhora não! Mas tem sabedoria... Alguns contam que a guria voltou a freqüentar a casa dos “boqueteiros” (perdoem os puristas novamente) e que o trompetista corre atrás feito rato no queijo. Nisso eu talvez apostasse!... E não conseguiu se esconder; porque fugir é muito difícil; dessa estória de ninguém! É feiosa... Ilegal e notícia...


1a crônica triste

Sempre acreditei q toda poesia é o retrato falado de 1a situação; ou a tradução de qualquer subjetividade. Como a música instrumental qdo sinalizada pelo título; ou a erudição q nomeia movimentos. E pensei q não saber tanto, em tempos de "superlotação do chip mental" poderia ser 1a dádiva. Se o verso em seguida dimensiona o q há de aparentemente pouco. E adornar a letra c som, é fazer- se entender. Como se todos soubessem ler. Ao mesmo tempo.
Sobre a existência, a única que conheço é a minha. Não por opção; ao contrário! Pela total ausência dela! Porque sobre oceanos e profundidades sabemos pouco, muito pouco mesmo. Isso se dimensionarmos e percebermos que não há silêncio (!) onde oco, além dos músculos e camadas, mora indivisível, alma. Porque só sono “100” sonho para distrair as horas no breu dos acontecimentos inconscientes; ou cala
r os “afazeres” e o relógio temporariamente que seja. Depois a rotina surda de tomar café e bater o ponto. Todo dia, todo dia, todo dia, todo... Mas compensar o resto para que a vida reinvente sua expressão em arte, também é interessante. De tal forma, tão visceralmente; que até no mero ato de abrir os olhos, permaneçam calmas as planícies do reflexo. E um ponto de solidão inerte justifique a paisagem e não mais adjetivos turvos, interpretações (inevitáveis) errôneas. Disse-me um conhecedor das coisas que ser feliz ou triste dá trabalho e engorda as extremidades. Vale o susto? Então gastar raciocínio indevido, no mote que te pertence: leitura, yoga e tudo que possa refazer a grama, asfaltada debaixo dos pés.

quarta-feira, 24 de abril de 2013


... "O tempo é uma convenção que não existe, nem para o craque, nem para a mulher bonita. Existe para o perna-de-pau e para o bucho. Na intimidade da alcova, ninguém se lembraria de pedir à rainha de Sabá, a Cleópatra, uma certidão de nascimento. Do mesmo modo, que importa a nós tenha Zizinho dezessete ou trezentos anos, se ele decide as partidas? Se a bola o reconhece e prefere?"... Pequeno trecho do nosso genial Nelson Rodrigues enaltecendo o talento desse mestre da bola... Vale no entanto uma ressalva: trata-se de uma narrativa velha e um detalhe moderno a torna mais interessante ainda. Moedas cunhadas no antigo Egito e encontradas recentemente revelaram um rosto de rainha feioso, prognata e de traços nada gentis... Soubesse o escritor...



Enche os pulmões e expira... Solta a saudade que venta e dissolve sua tristeza para virar outra coisa. Pergunta o que essa pessoa tão importante, que não esta mais aqui, faria no seu lugar. E saberá que uma praia ou paisagem ou mesmo uma janela de apartamento, simbolizam muitas vezes o altar e a passagem. Fecha os olhos e reza a missa que te cabe. E faz valer o tempo que te pertence inalando marezia ou cheiro de folha ou raios de sol... Homenagear a morte é louvar a vida e justificar o último suspiro com um sorriso de existência; o dever cumprido de quem não veio à toa...

Pensei que novamente pudesse ser interessante escrever. E perceber os fatos, traduzir as línguas. Quantos somos, quantos fomos e, afinal; quantos deveríamos ser? E o presságios por trás da palavra falada e o resto do tempo no contratempo dele mesmo... Os ponteiros que os olhos acompanham movem a claridade pré-determinada por minutos nunca reciclados! Depois dias, semanas, meses, anos, décadas e o centenário que a maioria certamente ainda não pretende alcançar. Mas crendo em possíveis tecnologias arrisco opinar e sugiro o questionamento.O mesmo mecanismo que segue frenético os ponteiros ao longo do que resta, parece empurrar com sopros de desejo, em direção contrária. Como se quizesse acalmar as rugas ou substituir células...