segunda-feira, 24 de março de 2014

Um provérbio japonês diz que A FELICIDADE GOSTA DE ENTRAR NUMA CASA ONDE REINA O BOM HUMOR... Hora de sorrir nublado pro sol nascer... Tá valendo... E tem a ver com o texto abaixo...
Ainda ANDO DESCOBRINDO A YOGA E SEUS MOVIMENTOS... HÁ MUITOS ANOS ATRÁS, FREQUENTEI UM LUGAR QUE SUGERIA A BIO-ENERGÉTICA E UM SUPER TERAPEUTA. O TRABALHO, AO LONGO DO TEMPO, NADA RESOLVEU E DESMARCANDO AOS POUCOS CADA CONSULTA O CARA DESAPARECEU... E O MENINO DAQUELA ÉPOCA PROCUROU MUITO... MESMO. HOJE A GRANDE RESPOSTA DAQUILO TUDO É QUE A CONVERSA SOBRE O NOVO SE ESTENDIA POR VERDADES QUE ATRAVESSAVAM SÉCULOS E SÉCULOS EM CIMA DOS CONHECIMENTOS CORPORAIS DO ORIENTE. POSSÍVEL A TODOS SEM OS VALORES CORRESPONDENTES A TRATAMENTOS PSI... POR MAIS QUE A IOGA TRADICIONAL TENHA SE ADAPTADO, É AQUILO; ALONGA, CORRIGE, ALIMENTA A ALMA COM SOPRO DE OXIGÊNIO PERCEBIDO E FAZ DAS VEIAS RIOS DE SANGUE FINO. A POSTURA DE VIDA... OU MELHOR, A POSTURA DE UMA VIDA. E QUE TODOS CAMINHEM ASSIM. MAS ESSA CONVERSA QUE TANTO MAL FIZERA E ESSAS PESSOINHAS QUE SE FAZEM COM O DINHEIRO SUADO DE QUEM PRECISA MUITO... OH, TRISTEZA!... É COMPLICADO! DEPOIS É UM TAL DE VIVER CULPANDO FARMÁCIA E EMBALAGENS DE REMÉDIOS E DIZER QUE A RECUSA DA MASSA EM SE CUIDAR É QUASE GERAL. TODO MAU HÁBITO TRANSBORDA E VAZA E A NOTÍCIA ACABA POR SER INEVITÁVEL NO MUNDO QUE FALA.E BIO-ENERGÉTICA POR ENQUANTO É O CARAMBA... IOGA, PAZ E MUITO AMOR... AO PRÓXIMO...
"O AMOR É QUANDO A GENTE MORA UM NO OUTRO" MARIO QUINTANA
ACHO INTERESSANTE FALAR SOBRE A ORIGEM DAS PALAVRAS E SUAS FORMAS E POSSIBILIDADES... DESCOBRIMOS EXEMPLOS DA LÍNGUA CONTADA QUE PERDURAM MUITOS SÉCULOS. LI QUE "ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA" TEM REGISTROS QUE ANTECEDEM SÉCULOS O NASCIMENTO DE CRISTO... E O TERMO "FERRAR" SURGE A PARTIR DO ATO DE SE COLOCAR A FERRADURA NAS PATAS DO CAVALO. EU XINGAVA PROFESSOR QUANDO MOLEQUE... TALVEZ EXPLORAR ESSA MONTANHA DE PALAVRAS E VER COM QUANTAS FRASES SE FAZ UM BARCO DE TEXTO P A IDEIA NAVEGAR SEJA UMA BOA...
O TERMO ELEFANTE BRANCO SURGIU PARA "DESIGNAR GRANDES EMPRESAS ESTATAIS DEFICITÁRIAS" E A ORIGEM SE DEU NO ANTIGO REINO DE SIÃO (POR FAVOR COLOQUE ACENTO), ATUAL TAILÂNDIA... O ANIMAL ERA SAGRADO SEM SERVENTIA PARA O TRABALHO E COMO ERA PRESENTE DE REI NINGUÉM OUSARIA VENDER. RECUSÁ-LO TAMBÉM TRARIA MAL AGOURO. ENTÃO (!) RESTAVA AMAR, AGRADECER A DÁDIVA E CUIDAR DA CRIATURA E SÓ... O FALECIDO EX-PRESIDENTE MILITAR J.FIGUEIREDO DIZEM, INAUGUROU O TERMO NA POLÍTICA PARA QUEIXAR-SE CERTA VEZ DOS GASTOS EXCESSIVOS... DE UMA ESTATAL? DE JEITO NENHUM... FALAVA SOBRE SEU SÍTIO, UM ELEF...
O Outro // ... O Porquê de uma vida passada sobre o sentido das coisas, não sabia. Se a morte são as expectativas por trás dos séculos, também não sabia! Mas agenda marcada para falar com o pai, diziam. O escolhido, tratado e curtido no barro da existência plana. Hora? Isso nunca! E repetia, vociferando consigo, baixinho. Domingo era outro dia para conversar. Outro dia! Pensava. Isso deveria ser estar perto. Pronto! Todo dia era dia... Anárquico o malandro; Mas onde moravam os anjos? Hospital vivia de acidente, e além da ausência natural dos acontecimentos, uru cava o resto e excitava a turba. Um bosta de gente! A opção, as escolhas. Ninguém encostara um revólver para reinvidicar ulterior história. Rumo decidido! Um ponto distante. Um estorvo! Um escravo...! De si, daquele, de ninguém. Era o cobrador da própria honra. O motorista míope. Longos e intermináveis minutos escondidos na alcova das idéias. Ninguém duvidava. Era ansioso. Tanto quanto teimoso! E burro, porque carta queimada “num” guarda segredo. E ali é onde se esconde ouro. Envolvera-se com uma dessas mulherezinhas pequenas. Tinha estatura e QI de caramujo. Era tal de “nós vai”, seguido de excessivos erros de Português, algumas palavras difíceis e bisonhos remendos. Até a lingüística jazia surda no coração da moça. E naquela noite fora arrogante, o cara. Muito! Muito! Cuspia palavras de brasa, arregalava olhos de cramulhão. Mas sabia muito pouco dela, e isso muda tudo. Enquanto batia a última pinga de cinza, já quase um defunto ao ser atingido por um cinzeiro em movimento, tentou falar, mas só ouviu. Vá com Deus porque nem o capeta te agüenta! Estafermo, ainda pensou, egoísta! Dá mole que “o coisa” ruim come teu rabo. Gritava a outra! Voa, voa... Por um momento fizera parte da revoada... Até pousar o asfalto, com os olhos ainda abertos...
 ... Certa vez me disseram que eu não deveria mais contar estrelas. Silenciar o tempo. Respirar a letargia de uma filosofia budista por exemplo que contrapunha todo o resto a que durante uma vida inteira estive acostumado. Falavam que deveria ter pressa, pois havia um mote de valores que deveriam circular no curral da sala de jantar e contas e pessoas que precisam de pessoas. E mulheres que se entregam para amar e homens que amam para trair e novamente, se entregar. Uma complexidade deveras estranha mediante tantas outras atitudes imediatas a se tomar... O foco de uma real qualidade de vida se calcado no outro fosse, automaticamente, a paz de espírito preservada seria deverás interessante e profilático. Imaginar que mesmo hipoteticamente as duas da matina você poderia em qualquer espaço da cidade grande, largar seu carro e os documentos dentro como um gesto impensado, automático; sem conferir travas, passantes, guardadores, ou mesmo a polícia porque o imposto que ninguém sabe o destino certo poderia ainda não ter sido pago. Pensa só... Não é discurso babaca não, meu caro. Provado já fora, que cérebro e informações possuem lá o seu limite. E é logo ali... Células morrem pela ação dos anos, na proporção da qualidade de vida dimensionada e informações absorvidas e repartidas em trezentas e sessenta e cinco fatias de atitudes e amanhecer. Rejuvenescimento, velhice precoce, ou o retardamento do declínio e a ladeira... Da preguiça.

domingo, 23 de março de 2014

·        Minhas lágrimas envelhecidas parecem suar no subsolo da pele. Imóvel; é outro o mundo q resta; outro giro, outra gira, polos e pontos (...) cardeais.   Em silêncio percebemos nitidamente. Como jogam palavras fora! E me incluo nessa deixo claro!

·        ... Começo a perceber a paz nas diversas formas de silêncio; das máquinas modernas e antigas ou nos passantes e suas vozes altas; nos carros e seus senhores q bem verdade poderiam estar incluídos na categoria anterior. E no próprio silêncio; quando o vento pede licença e assopra lembrando q há movimento. Mesmo na falta dele...!

·        Chuva lava alma pesada; relaxa os ouvidos com som sincopado. Hora p se abrigar, cuidar dos seus. Ou pensar naqueles q gostaríamos perto. Embaixo da montanha q sustenta o Cristo Redentor há uma floresta q brilha quando chove! Como se todos os anjos não chorassem ao mesmo tempo! Ou não varressem o com asfalto toda aquela água... Por fim, agradece depois ; enquanto o sol descansa...



·        Há de chegar o dia q toda argumentação será generosa; e todo álibi terá no outro, alvo. E todo símbolo a mesma bandeira; e por 1 hora teremos a mesma pele e cor de olhos e perfume. E depois, a normalidade dos fatos q contempla espelhos, multiplicada por óculos, lembrará a obra divina q por 1 motivo qualquer, perdemos de vista durante os acontecimentos e suas curvas... Nós mesmos!
O mundo q acordou com você // nunca dormiu comigo
 
 
Consideram mtos a sabedoria asiática como a síntese do pensamento ocidental... "O homem é de uma única natureza precária e sonhadora".
 
Manoel Bandeira: A frieza de um observador... Por trás de lentes largas, Manoel poeta não resistiu e escreveu... O Brasil Preto e branco... Da paisagem q todo mundo sabe mas ignora... PQ é mais fácil, menos fétido, feio... E humano demais!
 
O silêncio fala, dizia. Com voz rouca de ruídos pela janela; qdo aperta o peito pq não sabemos de nada, ou qdo n entendemos q palavras resolvem a eternidade...
 

Disseram q a poesia surgiu antes da escrita; e foi de 1 povo q entende do assunto a fonte da informação! Imaginei bardos e "macacos" e fogueiras ou pessoas modernas "customizadas" fazendo poesia e sons ou versos ; contando aquela época de longe. Orgulho de poeta, "num tem jeito", é poesia! Salve todos. E aprendemos q para se entender a poesia tem q ser... Poeta! Salve todos de novo então. Teoria do Leminski; q era... Foda...!

‎... "Meu tempo é quando" disse o poeta Vinícius de Morais. E o seu, irmão? Corre vento e ventania, toda hora e todo dia; içar velas, mergulhar; é água q não rega a pele mas inunda pensamentos e lava / Há 1 vulcão q somos todos nós; daí tantas contradições e convivência. Saudade de yoga, das "pessoas q são ou se tornaram". Tranqüilo! Esvaziar o pote...!

quinta-feira, 20 de março de 2014

1a vida desacompanhada de música, penso; não aconteceu...
O tempo cortou as franjas do cabelo; depois, aumentou os graus; e por fim, fará dos óculos prova contundente; d tudo q pouco vi!


Passando pela mesma rua de Higienópolis encontro a senhoria chamada "Princesa". Encolhida feito planta, debaixo de 1 fino cobertor. busco outro, mas ela novamente recusa. E diz q o novo esta guardado. Esse bairro é judaico, e tiro o meu chapéu p a tradição - ou deveria colocá-lo! PQ mesmo sem teto, aqueles daqui cuidam. E, p alguém, no seu universo senil, o teto são estrelas. Como diziam os poetas! Antes dos risos, ou deduções; saibam: geralmente é mto pior! Há 1 "lar"; E nas portas abertas sem paredes a invisível inscrição. COMUNIDADE!

As diferenças! Pobre daquele q não percebe a divindade oculta em tanta gentileza. Confundir o ego e a auto-estima é quase lugar comum moderno. Se somos isso, precisamos daquele outro. O som do silêncio; o ponto e o contra ... Nem DEUS poderia ser maior. Sem platéia, viraria vácuo. A importância de cada, e o q há de imenso nisso. "Ama ao próximo como se a ti mesmo". Lembra? O pai, ou o filho? Ou o q percebemos e repetimos frequentemente. Atitude! E não caminhar nas palavras, é desdenhar, da própria língua. Depois pagamos por ela; na curva seguinte!
"... Os grandes poetas, os filósofos, os profetas são seres que, pelo puro e livre exercício da vontade, alcançam 1 estado onde são, ao mesmo tempo, causa e efeito, sujeito e objeto, magnetizador e sonâmbulo". Barbereau (teórico da música e professor do conservatório / filósofo pouco conhecido, segundo Baudelaire).
Calor lembra suor; água salgada em transpiração; "exalação"dos poros. Penso q qdo esta frio, a metáfora inversa soa coerente. O título de 1 livro de Fernando Pessoa, "O Eu Profundo e os Outros Eus"; hj, seria a poesia q resumiria o meu dia. Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! Namastê! Saudade da Blyss Yoga.

quarta-feira, 19 de março de 2014

O despertador tocou duzentas vezes e meia este ano, que quase terminando está. Bota a gravata. É fundamental a sensação de pressão junto a jugular sob o sol de muitos graus. 


Puta que o pariu de roda, diria uma amiga velha que há muito não vejo e se bobear enrugou. Os anos caducam e continuo nessa punheta nacional. Resmungava. Não consigo relaxar e achar suave um resort no Caribe, num mundo sem grãos. Ando estranhando até a expressão popular “saco cheio”. Tornou-se agressiva, mediante crises de modernidade e um astronômico vazio.
 

Liga a televisão porque estão assassinando alguma possibilidade e não testemunharemos o furor dos acontecimentos. Contemplar o defunto é coisa do passado. Hoje a web anuncia e a rapaziada corre para ver. Chocante! Mesmo! O cara se estabacou e voou miolo feito passarada. Saca; Gritou Jerônimo. Hoje, somente agora; foi índio morto. Milésimos de segundos. Quem viu, viu. Replay em breve exclusivamente para minúcias, como por exemplo, a metragem do rombo da caixa craniana, determinado pedaço de cérebro, ou um sonho tardio que não aconteceu.
PÁGINAS VOAM... SÃO ASAS... De ANJO!

Assopra o vento... Depois pega (respira?) emprestado de novo...!


... Quando morrem os homens...  As igrejas não têm bancos...!

Sobre João do vale: soubessem meu nome da sua poesia... E me chamavam de outra coisa...!



Sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas: Quando vivo; todos os lugares parecem passar por ali...!



Sobre viver ou morrer! Isso não existe... Vivemos de qualquer jeito; mudam os óculos, as lentes, os olhos...


Boa noite minha quinta... Amanhã te conto a sexta!



Pai nosso, q esta tão perto;
Quando os meus olhos descansarem desse dia,
faz meus pés pisarem nuvens; e o corpo adormecer
sobre um cobertor luminoso; e tão negro;
que qualquer ponta de estrela possa respingar
a paisagem dos meus sonhos . Amém...!

segunda-feira, 17 de março de 2014

LUZ, PAZ, CALMA, AMOR AO PRÓXIMO, PERDÃO, VIBE... A TODOS OS AMIGOS PALAVRAS REALMENTE SIGNIFICATIVAS. PARA CAMINHAR MELHOR NOSSOS SAPATOS NESSE MUNDO SEM GRÃOS... E Q A MESA SEJA FARTA DE IDÉIAS; PARA UM DIA... TODO DIA SER COMO ESTE... E TODO ESPÍRITO, FINALMENTE, PARTE DE ALGO MAIOR E COMUM. NÓS MERECEMOS... FELIZ TODO DIA! ASSIM SEJA... AMÉM...!

sexta-feira, 14 de março de 2014

ENSINARAM Q ERA ERRADO FICAR EM SILÊNCIO e REZAR PARA um Deus Que NÃO FOSSE ABSOLUTO e DORMIR A CALMARIA DO MAR SEM MOVIMENTO e PAGAR PARA REVER O AUTORETRATO. DISSERAM Para NÃO FALAR NOME FEIO, MAS RECEIO TORNAR MEU JURAMENTO INDECENTE... É PQ PALAVRA CONTIDA NÃO É A VOZ Q SOA, é a OUTRA, q não MENTE... 
Minha poesia teve insônia e sonhei c retalhos de letras. Pai nosso! Até dormindo elas me acordam. E penso dizendo: senhoras, tão tarde p trabalhar. Cavalo bom também pasta e dorme! Mas insistentes são elas; as letras. Eternamente fálico o lápis em breve tá cobrando hora extra ou optando por uma vida prostituta numa esquina de Copacabana...
 
O relógio me persegue PQU fico contando os dias; p conferir o tamanho da minha alegria; e pensar q tenho alguém, sem ter, a mim mesmo...!

Fecha os olhos e vira alma somente. Olha o tempo; pensa nos amigos q se foram e aqueles q ficaram. Agradece as horas e percebe os dias. Amanhã será mto melhor. PQ vc merece e precisa perceber. Chora 1 pouco; mas o q corre
é rio. 1 sorriso faz orquestra, onde os homens de bem adormecem. Salve os guerreiros; q somos todos nós! Merecemos...
 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Sobre a FOTO dos estudantes em SP oferecendo  flores aos soldados ... Ícones visuais daquilo q desejamos. Cenas q não esqueceremos. PQ o chinês q "peitou" o tanque de guerra na Praça Celestial daquele ano; morreu no cárcere. E difícil, naquela cabeça, o sujeito imaginar q isso não aconteceria. Mas a vida e a escravidão não andam juntas. DEUS são ATITUDES; e um próximo para aplaudir; repetir; redesenhar. Éramos todos nós; bem verdade, vestidos daquele chinês ...
Mãe // Deus presenteara minha mãe com uma miopia megade fábrica para justificar uma peculiar leitura da vida, que simplesmente acontecia, e mais tarde viria a entender.
Muitos anos depois reverteram sua doença em mais de noventa e cinco por cento. É mestre, trabalha a energia através das mãos. Acalma e observa. Músculos, comportamento, formato de ossada. Olhos de raios-X numa tradução quase Braile. Também é doutora em literatura com médias excepcionais! Lera e se formara com olhos de cego, e lentes imensas. Depois, enxergaria até demais...
Embasaria de informação a prática de um universo ao qual se atiraria. Inteira! E lá se iam mais da metade de uma vida. Um invólucro recheado de altos - muito alto! - e lutas...
Mas existiram anos cujas dificuldades provinham de outras histórias, falências e relacionamentos mal desfeitos com suas porções de tristeza e seqüelas. Consegui de alguma forma fugir da própria sombra, e chorar junto... Lágrimas de mãe... Sobre toda austeridade de meu pai, me defendi. Sem jamais calar o que considerava justo abortei minha quilometragem para entender o que carregava. E me protegia atrás dos versos; escritos não pagavam contas, mas valiam ouro. E me tranquei num mundo vazio para desanuviar de tudo. E... Daí! A quem poderia interessar da onde... Venho?
Continuo escrevendo e permanecerei crendo que todo procedimento artístico tem sua parcela de alforria, apesar da renda também fazer parte do processo. Sou um sonhador! Fazer O que?
A “esbórnia” durante uma quadra de tempo acalentara meu fardo; dela supri todo plantio. E puni minha alma durante anos como quem compromete a existência em nome de percepções e da própria tradução turva das coisas comuns. Produzi espetáculos em botequins. Inventei e vi personagens que não conhecia e olhavam acima dos óculos. Uma deselegância única, talhada em mesa de jantar, escola particular. Quantos professores daquilo que nunca quis para ninguém!... Simulando o que não desejava, observando em silêncio e aprendendo com relacionamentos errôneos, vazios. Aprendi que a essência é perfumada e vil...
E percebia o que se sabia. Ninguém tira sujeira encruada em poro de burro velho. Tão pouco se ventila paisagem para quem viveu menos tempo. Estrada para andar, passar, ou desviar. Sinalizar, a certa altura tornara-se quase um assalto intelectual. São caminhos e precisavam ser pisados. Se eles realmente não sabiam o que estavam fazendo, ou, o que fazer... Perdoa...
Não sabiam das mãos de minha mãe e o que era aquela energia. Aliás, pareciam não entender nada sobre assunto algum. Nem de livros!... Há certo altruísmo em desuso e, se não me engano, tão pouco fora sorteada a miopia da família. Mas ando mesmo pessimista... Achava estranho, pois tive tudo, absolutamente tudo o que aquela arrogância insistia em desfilar. Era como se pisassem um tapete vermelho que nunca existiu. Almejar na cor, o que era absolutamente remediável a textura. Lamentável!
Pensava naquelas pessoas e na notícia do jornal que anunciava uma nova ordem editorial para simplificar a palavra escrita.Como se as preces emburricadas daqueles passantes fosse ouvida. Mal sabiam falar! Abastados e indigentes! Eram maltrapilhos da língua, bem vestidos, de exigência envelhecida, ultrapassada!
Qualquer coisa como super-homem sem hífen e h. Imagina, meu! Acredito até que a doutora em literatura, esqueceria num hiato único toda a tradição de paz e interiorização, e sucumbiria a verborrágico e fulo discurso se visse a estampa de tal atrevimento!... Mas acontecerá...
Existiam modas e termos que índios e negros carregaram até a cova. Era desrespeitar a história de cada, e somente aos fatos, se remete a língua e seus porquês. O resultado de uma matemática gramatical inteira adulterado pela nova desordem.
Valham-me deuses e todos os santos. Perdoe essa turba! Não sabem da energia. Não são uns filhos da mãe... Eu sou!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Sobre a cultura Persa... Porque me pedem, reproduzo novamente TXs. E peço licença porque são muitos mil anos senhores... E senhoras... As Ervas ... Eram limpas uma a uma, sem água, somente com as mãos. Processos semelhantes aos cubos de açúcar. A preocupação com dimensões pré-definidas e coerentes no todo; de forma a facilitar o cozimento ou a ingestão dos alimentos crus. Passado o primeiro processo, seriam lavadas e secas num outro enorme pano de algodão puro, para absorver a água natural. E eram muitas as quantidades, e o trabalho diário se prolongava em horas seguidas. Seriam utilizadas no almoço do dia seguinte, frescas e cozidas...

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A Senhora das Ervas
... Sua função era varrer e limpar as ervas, que seriam usadas; e manuseadas para as refeições. Praticamente fazia isso todos os dias. Eram horas para limpar adequadamente cada tipo...
Sobre sua idade, nem ela mesmo sabia. Respondia pelo nome simples de Nanê. Dizia ter visto a troca de cinco reis. Calculava-se sua idade em mais de cem anos. Só na família somavam cinqüenta deles. Mas ali o tempo é outro, e suas considerações também. Cuidara dos quatro filhos da primeira esposa e dos quatro, da segunda...
... E o verbo empregado naquele lugar tinha o peso do conhecimento, da cultura falada, repassada; dos mais velhos aqueles que a carregarão; como toda tribo, toda reminiscência, que não foi corroída. Só entende isso país de história velha... Achava que ela dizia isso...
... Durante todos aqueles anos, não havia aprendido o farsi, que é o idioma oficial do Irã. Quando chegara a capital com a família, era analfabeta. Nascera possivelmente em Tabriz, ao norte; fronteira com a Turquia. Não sabia das letras. A comunicação mesclava o dialeto à língua e gestos; E era assim que organizava a casa...
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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Repito: Estou cansado P CARALHO de TRISTEZA. E nenhum palavrao serah pior q esse CONGRESSO aspas PESSOAL. GENTE A RODO MORRENDO SEM SOCORRO, escolas pifias e mestres q tomam PORRADA da policia q forja pistas. Depois choramos: morreu no assalto; bala perdida, bla bla bla. PORRA: O mundo inteiro ri do BRAZIL; dilma, minuscula, nem se mexe; COPA? Se for a da arvore onde acharam o cranio do AMARILDO! CARALHO; esse q eu falei la em cima e come sua conta bancaria todo dia; ta pendurado em Brasilia ...



Maldito seja esse defeito humano em querer disputar o que naturalmente eh de quem sustenta. E exercer o poder; substituindo a palavra por porrada; o povo por boiada.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

... Pensaram toda a vida que renegar a memória do holocausto seria renunciar a qualquer tentativa de convivência e o esquecimento... Gera esquecimento... E repetição. Tem que lembrar sim! Mas fico confuso quanto à interpretação da massa. Não falo de mentes isoladas, mas do acumulo delas subdivididas por sua vez. Mas comecei falando sobre a lança. Aquela que levou Jesus a outro plano. Considerar-se-á quem sabe uma chave. Objeto cortante que parira de vez a narrativa católica! Último sopro daquele que nunca fora ladrão e morrera como um Deus... E havemos de convir: calara o verbo. E olha, ao correr dos anos, a festa q fazem com o discurso do homem... Fez um caminho e um escarcéu de sinceridade tão grande, q justificaria sem palavras todas as traduções do silêncio... Compreendo o Santo Sudário. O pano que limpa o rosto que sangra... A cruz perpetuada como a “última morada” nesse aqui de terra... Mas a lâmina que perfurara a carne. Dele que somos todos nós! Confesso que isso me confunde... E por vezes até incomoda...

Como índio ou negro, ou mestiço brasileiro (que sou!), também diria não ao perdão Papal. Mas jamais poria em duvida os valores da casa de Deus; que deveriam ser todas. Todavia, a cumplicidade da fé é de cunho ímpar, e intensidade elementar. Concordemos ou não, toda religião também é elemento de "fronteira" que enaltece e repassa a premissa da convivência maior. O respeito ao passo alheio. Senão o que seria ser filho? Porque eles seguem pais? Que formalizam um país? Qual o tamanho disso tudo, exceto um acentozinho de titica, para os que não sabem ler...

A floresta canta em silêncio porque assim captamos a integração das suas oscilações, disse um chinês; Como também perdoa maternal, nossa sede de formiga; Silencia para continuar, no espaço-tempo que ponteiros não acompanham. Uma, a uma, a paisagem varia, até tornar-se outra. E projeta o milagre sincopado, as estações que o arqueólogo vasculha para explicar, antes que um tufão leve destroços para a oura metade que gira. Gelo que derrete e lixo que aparece. Mesmo que tenham milhões de anos.
Adianto-me aos xiitas de plantão e afirmo o óbvio. Não podemos comparar plásticos e dejetos a objetos, ou mais precisamente, utensílios pré-históricos, ou nem tão longe assim!... Mas o princípio! Não imagino varejeiras antediluvianas sem carniça para fuçar. Aí vão dizer que ninguém enterrava detritos e a inseto não tem focinho, e o vocábulo que possa derivar... Deixa...

E a orquestra, hein? Flutua com ruidosa suavidade, na calada do piso corrido que ecoa e um dia teria sido de areia... E o executante com rigor de monge, reproduzindo a sinalização das partituras, e a cadência apontada. Sabe corresponder a excelência do que faz.

E poderíamos nos perguntar, tolos, sobre vozes num quarto escuro, antes do sono. Ou num assobio que rouba atenção e mata verso sem caneta. Ou, na cervical entortada numa cadeira de computador. Tudo o que realizamos. Para quem, ou por quem, ou por fim?

Sabemos da floresta, do maestro que rege a casta, e reproduzem sons contabilizados há séculos que não derretiam. E mesmo assim; mesmo assim, parece que não aprendemos nada...  

LUZ, PAZ, CALMA, AMOR AO PRÓXIMO, PERDÃO, VIBE... A TODOS OS AMIGOS PALAVRAS REALMENTE SIGNIFICATIVAS. PARA CAMINHAR MELHOR NOSSOS SAPATOS NESSE MUNDO SEM GRÃOS... E Q A MESA SEJA FARTA DE IDÉIAS; PARA UM DIA... TODO DIA SER COMO ESTE... E TODO ESPÍRITO, FINALMENTE, PARTE DE ALGO MAIOR E COMUM. NÓS MERECEMOS... FELIZ TODO DIA! ASSIM SEJA... AMÉM...!
ESQUECI as suas digitais nas mídias ANTI-SOCIAIS. Há quanto tempo; "não nos sentimos"; nada ...
Sobre a FOTO dos estudantes em SP oferecendo  flores aos soldados ... Ícones visuais daquilo q desejamos. Cenas q não esqueceremos. PQ o chinês q "peitou" o tanque de guerra na Praça Celestial daquele ano; morreu no cárcere. E difícil, naquela cabeça, o sujeito imaginar q isso não aconteceria. Mas a vida e a escravidão não andam juntas. DEUS são ATITUDES; e um próximo para aplaudir; repetir; redesenhar. Éramos todos nós; bem verdade, vestidos daquele chinês ...
Tentei buscar outro ângulo p as manifestações em SP> Legítima sim; não há terrorismo e perceber q a população realiza o significado oculto nos vinte centavos é motivador. E tudo vem aumentando no país emergente. Anunciam q a eletricidade diminuirá, depois aumentam a água. Expliquem o país do momento ter um sistema de transporte e de saúde e educacional e segurança pífios ou ridículos; o q restará então? E a polícia q bate, por sua vez, tem seus filhos em escolas de quinta, moram longe e se deslocam da mesma forma. Além de um salário débil p a função. Traduzindo: trabalhador "porrando" trabalhador. E governantes (q elegemos), decidindo e crendo, q falamos em vinte centavos... Namastê / SP é puro ECO. Nessa caverna primeva chamada Brasil.
Calor lembra suor; água salgada em transpiração; "exalação"dos poros. Penso q qdo esta frio, a metáfora inversa soa coerente. O título de 1 livro de Fernando Pessoa, "O Eu Profundo e os Outros Eus"; hj, seria a poesia q resumiria o meu dia. Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! Namastê! Saudade da Blyss Yoga.

terça-feira, 11 de junho de 2013


Atendo a pedidos // Mãe // Deus presenteara minha mãe com uma miopia mega, seguida de significativa quantidade de estigmatismo. Defeito de fábrica para justificar uma peculiar leitura da vida, que simplesmente acontecia, e mais tarde viria a entender. Muitos anos depois reverteram sua doença em mais de noventa e cinco por cento. É mestre, trabalha a energia através das mãos. Acalma e observa. Músculos, comportamento, formato de ossada. Olhos de raios-X numa tradução quase Braile. Também é doutora em literatura com médias excepcionais! Lera e se formara com olhos de cego, e lentes imensas. Depois, enxergaria até demais... Embasaria de informação a prática de um universo ao qual se atiraria. Inteira! E lá se iam mais da metade de uma vida. Um invólucro recheado de altos - muito alto! - e lutas... Mas existiram anos cujas dificuldades provinham de outras histórias, falências e relacionamentos mal desfeitos com suas porções de tristeza e seqüelas. Consegui de alguma forma fugir da própria sombra, e chorar junto... Lágrimas de mãe... Sobre toda austeridade de meu pai, me defendi. Sem jamais calar o que considerava justo abortei minha quilometragem para entender o que carregava. E me protegia atrás dos versos escritos que não pagavam contas, mas valiam ouro. E me tranquei num mundo vazio para desanuviar de tudo. E... Daí! A quem poderia interessar da onde... Venho? Continuo escrevendo e permanecerei crendo que todo procedimento artístico tem sua parcela de alforria, apesar da renda também fazer parte do processo. Sou um sonhador! Fazer o que? A “esbórnia” durante uma quadra de tempo acalentara meu fardo; dela supri todo plantio. E puni minha alma durante anos como quem compromete a existência em nome de percepções e da própria tradução turva das coisas comuns. Produzi espetáculos em botequins. Inventei e vi personagens que não conhecia e olhavam acima dos óculos. Uma deselegância única, talhada em mesa de jantar, escola particular. Quantos professores daquilo que nunca quis para ninguém!... Simulando o que não desejava, observando em silêncio e aprendendo com relacionamentos errôneos, vazios. Aprendi que muitas vezes a essência é perfumada e vil... E percebia o que se sabia. Ninguém tira sujeira encruada em poro de burro velho. Tão pouco se ventila paisagem para quem viveu menos tempo. Estrada para andar, passar, ou desviar. Sinalizar, a certa altura tornara-se quase um assalto intelectual. São caminhos e precisavam ser pisados. Se eles realmente não sabiam o que estavam fazendo, ou, o que fazer... Perdoa... Não sabiam das mãos de minha mãe e o que era aquela energia. Aliás, pareciam não entender nada sobre assunto algum. Nem de livros!... Há certo altruísmo em desuso e, se não me engano, tão pouco fora sorteada a miopia da família. Mas ando mesmo pessimista... Achava estranho, pois tive tudo, absolutamente tudo o que aquela arrogância insistia em desfilar. Era como se pisassem um tapete vermelho que nunca existiu. Almejar na cor, o que era absolutamente remediável a textura. Lamentável! Pensava naquelas pessoas e na notícia do jornal que anunciava uma nova ordem editorial para simplificar a palavra escrita. Como se as preces emburricadas daqueles passantes fosse ouvida. Mal sabiam falar! Abastados e indigentes! Eram maltrapilhos da língua, bem vestidos, de exigência envelhecida, ultrapassada! Qualquer coisa como super-homem sem hífen e h. Imagina, meu! Acredito até que a doutora em literatura, esqueceria num hiato único toda a tradição de paz e interiorização, e sucumbiria a verborrágico e fulo discurso se visse a estampa de tal atrevimento!... Mas acontecerá... Existiam modas e termos que índios e negros carregaram até a cova. Era desrespeitar a história de cada, e somente aos fatos, se remete a língua e seus porquês. O resultado de uma matemática gramatical inteira adulterado pela nova desordem. Valham-me deuses e todos os santos. Perdoe essa turba! Não sabem da energia. Não são uns filhos da mãe... Nós somos!