sábado, 19 de janeiro de 2013


A Inversao da palavra ... Estranho relacionar a expressão AMOR LIVRE ou SEXO LIVRE, com perversão ou esbórnia. Se no cerne familiar, livre é o pecador, o que fazem os casais durante vidas inteiras? E a formação do conceito real das palavras; FAMÍLIA; como isso se refletirá nos filhos, no espelho genético, que se tornarão atitudes. A língua que paga o verbo quente, no translado do que se aprende, do que é falado; da sociedade moderna, triste; OU ao contrário.
E o isolamento da questão restrita ao grupo somente, por sua vez, não seria a filosofia do condomínio ou numa ótica qualquer, o retorno às muralhas da idade média; onde sempre eram aguardados os bárbaros, colonizadores ou mesmo os pais, dos “filhos... Da mãe”, que na raiz histórica da árvore genealógica dos acontecimentos, serão por fim, nossos parentes.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012


Calor lembra suor; água salgada em transpiração; "exalação"dos poros. Penso q qdo esta frio, a metáfora inversa soa coerente. O título de 1 livro de Fernando Pessoa, "O Eu Profundo e os Outros Eus"; hj, seria a poesia q resumiria o meu dia. Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! Namastê! Saudade da Blyss Yoga.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

       
 
  • · ... Começo a perceber a paz nas diversas formas de silêncio; das máquinas modernas e antigas; nos passantes e suas vozes altas, nos carros e seus senhores; q bem verdade poderiam estar incluidos na categoria anterior. E no próprio silêncio; qdo o vento pede licença e assopra; lembrando q há movimento. Mesmo na falta dele...
  • · Chuva lava alma pesada; relaxa os ouvidos c som sincopado. Hora p se abrigar, cuidar dos seus. Ou pensar naqueles q gostaríamos perto! Embaixo da montanha q sustenta o Cristo Redentor há uma floresta q brilha qdo chove! Como se todos os anjos não chorassem ao mesmo tempo! Ou não "varresse" o asfalto toda aquela água... Agradece; enquanto o sol descansa...
  • · Há de chegar o dia q toda argumentação será generosa; e todo álibi terá no outro, alvo. E todo símbolo a mesma bandeira; e por 1 hora teremos a mesma pele e cor de olhos e perfume. E depois, a normalidade dos fatos q contempla espelhos, multiplicada por óculos, lembrará a obra divina q por 1 motivo qualquer, perdemos de vista durante os acontecimentos e suas curvas... Nós mesmos!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

... Aos meandros do tema tornava a afirmar. A grande evolução dos remédios tarja preta remendariam os anos seguintes em função do ganho capital. Dinheiro mesmo. Apressada caminha que não se deita... Mas... Anda! ... O despertador tocou duzentas vezes e meia este ano, que quase terminando está. Bota a gravata. É fundamental a sensação de pressão junto a jugular sob o sol de muitos graus. 


Bangu: nosso complexo carcerário lotado. Trinta por cento deveriam estar fora dali. Ouvi na TV, portanto como bom brasileiro diria que deve ser quase a metade. Ninguém produz nada, e ainda derretem ou morrem de frio. Sabia? O frio é curto, mas dói! Ou ao contrário. A meteorologia de uma “bipolaridade cívica”. Estranha a relação entre o homem e climas radicais. Do outro lado da terra, também se morre de calor, mas a noite é fria para cacete e o nome é deserto. Caatinga sem planta e calango. Jabá sem Jerimum.

 
E muitas cabeças de gavetas, espremidas e ruminando a forma de esvaziar o pote. Você vai ao psi; às vezes psi segue de “u” e tem barriga furada de peixeira ou tiro.
 



Puta que o pariu de roda, diria uma amiga velha que há muito não vejo e se bobear enrugou. Os anos caducam e continuo nessa punheta nacional. Resmungava. Não consigo relaxar e achar suave um resort no Caribe, num mundo sem grãos. Ando estranhando até a expressão popular “saco cheio”. Tornou-se agressiva, mediante crises de modernidade e um astronômico vazio.
 

Liga a televisão porque estão assassinando alguma possibilidade e não testemunharemos o furor dos acontecimentos. Contemplar o defunto é coisa do passado. Hoje a web anuncia e a rapaziada corre para ver. Chocante! Mesmo! O cara se estabacou e voou miolo feito passarada. Saca; Gritou Jerônimo. Hoje, somente agora; foi índio morto. Milésimos de segundos. Quem viu, viu. Replay em breve exclusivamente para minúcias, como por exemplo, a metragem do rombo da caixa craniana, determinado pedaço de cérebro, ou um sonho tardio que não aconteceu.



1 Bar... Da Lapa...!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


Sobre a existência, a única que conheço é a minha. Não por opção; ao contrário! Pela total ausência dela! Porque sobre oceanos e profundidades sabemos pouco, muito pouco mesmo. Isso se dimensionarmos e percebermos que não há silêncio (!) onde oco além dos músculos e camadas mora indivisível, alma. Porque só sono “100” sonho para distrair as horas no breu dos acontecimentos inconscientes; ou calar os “afazeres” e o relógio temporariamente que seja. Depois a rotina surda de tomar café e bater o ponto. Todo dia, todo dia, todo dia, todo...  Mas compensar o resto para que a vida reinvente sua expressão em arte, também é interessante. De tal forma, tão visceralmente; que até no mero ato de abrir os olhos, permaneçam calmas as planícies do reflexo. E um ponto de solidão inerte justifique a paisagem e não mais adjetivos turvos, interpretações (inevitáveis) errôneas. Disse-me um conhecedor das coisas que ser feliz ou triste dá trabalho e engorda as extremidades. Vale o susto? Então gastar raciocínio indevido, no mote que te pertence: leitura, yoga e tudo que possa refazer a grama, asfaltada debaixo dos pés.         

Inversões
               Ou
                       Subversões?

Estranho relacionar a expressão AMOR LIVRE ou SEXO LIVRE, com perversão ou esbórnia. Se no cerne familiar, livre é o pecador, o que fazem os casais durante vidas inteiras? E a formação do conceito real da palavra; FAMÍLIA; como isso se refletirá nos filhos, no espelho genético, que se tornarão atitudes.

A língua que paga o verbo quente, no translado do que se aprende, do que é falado; da sociedade moderna, triste; OU ao contrário.

E o isolamento da questão restrita ao grupo somente, por sua vez, não seria a filosofia do condomínio ou numa ótica qualquer, o retorno às muralhas da idade média; onde sempre eram aguardados os bárbaros, colonizadores ou mesmo os pais, dos “filhos... Da mãe”, que na raiz histórica da árvore genealógica dos acontecimentos, serão por fim, nossos parentes.

Sobre o dia de Zumbi, que penso deveria ser todo dia ... Falar daquilo que nessa terra eh negro; quando nunca vi o ceu a noite, de outra cor.
ADORO ESSE TX : Uma Clarineta, um Trompete e uma Ninfeta Piranha Menor de Idade //

O trompetista era estudante dedicado. Tinha méritos o rapaz sim. Fora sozinho para o exterior, estudava muitas horas por dia. Aprendeu a ler partituras como se livros fossem; e outras línguas também. Méritos...! Mas o ego; ah! Inimigo mordaz. SE “encarregara” de criar um sujeito com vícios diferenciados da erudição. Garotas menores de idade por exemplo. Fácil perder o rumo sem ver o rosto do cobrador! A empáfia absurdamente dimensionada sorria sozinha quando vestia um terno para tocar na filarmônica; Era “concursado” o capeta e ganhava bem! E elas acreditavam que isso ainda era bom partido e ele vendia o peixe! Porque feminismo em certos lugares é palavra em desuso! Problema era pagar o pedágio ou a conta. Sovina o rapaz que tinha quase trinta! Se cair mete o nariz no chão porque à mão não abre nem para dar tapa! O outro, mais velho q tinha seus trinta e mais de meia década, era racista, gago e nascera numa dessas cidades do interior de Minas. Se auto-intitulava austríaco! Racista de carteira; reza a lenda, muito pouco dotado. Mas sabia seduzir e vá entender o resto! Nomes pomposos, gentilezas, outras línguas; sei lá. Um copiava a podridão do outro. Caçadores de periferia de garotinhas menores de idade.

Ela pessoa boa, ingênua (ou não!); mas menina. Filha de mãe preta e parenta de vários. Dezesseis anos e já morava na capital. Crescera numa dessas cidades diminuídas e cantadas por sertanistas. Linda! E Se deixou levar com olhos grandes de chocolates franceses e vinhos. E iludir quem tem dezesseis! Simples seria ! Vendemos a alma por um preço pífio às vezes não! Ou; um mínimo para quem pensava não ter nada; pingo de pirita que era mina. E não faltava nada à filha da mãe! Futilidade moderna; ausência de pai e cinto. E a mãe, viajava para projetos sociais. Trabalhava na área da saúde pública e se enfiava aonde ninguém queria! Cuidava de problemas bucais, mas mesmo assim, suas palavras nas orelhas da menina não ecoavam, viravam vento, diziam nada.

E fôra ela, o parque de diversões dos moços. O que fizera com um, que de tanto contar, com o outro fora repetido em dobro! Entregara a menina com os seus segredos, o trompetista. Fácil ser o melhor, quando segredos não existem. O outro foi!... A Geni de Chico; A madalena de alguém. E várias vezes, quando a orquestra não tocava, lá estavam; ela fingindo estudo e batendo ponto à tarde, saciando a fome de marmanjo da vez, que cospe na cara e dá pancada nos glúteos; depois espalha nas rodas sociais o que acontece com orgulho e menininhas menores de idade.

Mas, voltando a vaca fria, ficou impressionada mesmo com o “som da clarineta”. Dizem q até 1a parceira apareceu! Sabia agradar porque do amigo estreante ouvira as estórias. O que fazer! O outro virou fachada! E "servir" quem renega a cor da mãe? Frase forte essa...

Continuemos: No fundo abissal daquela passa, passa, ou troca, se escondia oculto; talvez; o desejo secreto dos rapazes. Especialistas em sopro e outras embocaduras! O que diria Sigmund Freud que criara a psicanálise! E a figura da mãe entraria aonde? Eram quase irmãos! Incesto homosexual moderno? Talvez. Porque mergulhar entre as pernas cujo outro se esbaldou e desdenhou depois de se divertir, sem preservativos e sombras de respeito e outras moralidades em desuso. E pedir de volta com ares de desejo profundo!

Mas havia 1 detalhe; 1! E não tão pequeno quanto o falô do mais velho: O trompetista quis voltar ao duo; mas na partitura; só escrita estava; a melodia da clarineta!

Meu pai! Com permissão atestada em conversa de balcão... E contam que muito rápido foi à passagem de um para o outro. Presentes !? Dias que resumiriam aquela amizade eterna e profissional de anos. E com o aval do dito; ou, o do trompete, abrindo alas para a clarineta. E convivendo; todos os dias... E dizem que o segundo instrumento, é bem mais difícil de aprender!... Deveriam ser mais modernos e correr um risco qualquer aqueles dois, porque na minha terra, quem come caroço, deseja a fruta. Se estiver errado, por favor, corrijam... Nada contra, mas “viadagem”mal resolvida é Fo da!

Sobre ela; hoje alcançou a maior idade disseram; e têm problemas de foco, inseguranças absurdas. Não sei se acabou mais ou menos piranha do que deveria ser... E fingia com certeza infantil, que era bem resolvida; ou realmente pensava... Nome não conto! Não assino embaixo por afirmação nenhuma que venha dali; Porque verdade é outra coisa. E talvez; a coroa não caiba na cabeça do olho que enxerga o castelo! Fazer o que? Dizem que foi estudar música na escola de um e a mãe continua rezando uma coleção de novenas e cuidando daqueles que ninguém quer. Sem nunca deixar de pensar na filha! Merecia àquela senhora não! Mas tem sabedoria... Alguns contam que a guria voltou a freqüentar a casa dos “boqueteiros” (perdoem os puristas novamente) e que o trompetista corre atrás feito rato no queijo. Nisso eu talvez apostasse!... E não conseguiu se esconder; porque fugir é muito difícil; dessa estória de ninguém! É feiosa... Ilegal e notícia...


1a crônica triste

Sempre acreditei q toda poesia é o retrato falado de 1a situação; ou a tradução de qualquer subjetividade. Como a música instrumental qdo sinaliza o título; ou a erudição q nomeia movimentos. E pensei q não saber tanto, em tempos de "superlotação do chip mental", poderia ser 1a dádiva. Se o verso em seguida dimensiona o q há de aparentemente pouco. E adornar a letra c som, é fazer- se entender. Como se todos soubessem ler. Ao mesmo tempo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sobre a existência, a única que conheço é a minha. Não por opção; ao contrário! Pela total ausência dela! Porque sobre oceanos e profundidades sabemos pouco, muito pouco mesmo. Isso se dimensionarmos e percebermos que não há silêncio (!) onde oco, além dos músculos e camadas, mora indivisível, alma. Porque só sono “100” sonho para distrair as horas no breu dos acontecimentos inconscientes; ou cala
r os “afazeres” e o relógio temporariamente que seja. Depois a rotina surda de tomar café e bater o ponto. Todo dia, todo dia, todo dia, todo... Mas compensar o resto para que a vida reinvente sua expressão em arte, também é interessante. De tal forma, tão visceralmente; que até no mero ato de abrir os olhos, permaneçam calmas as planícies do reflexo. E um ponto de solidão inerte justifique a paisagem e não mais adjetivos turvos, interpretações (inevitáveis) errôneas. Disse-me um conhecedor das coisas que ser feliz ou triste dá trabalho e engorda as extremidades. Vale o susto? Então gastar raciocínio indevido, no mote que te pertence: leitura, yoga e tudo que possa refazer a grama, asfaltada debaixo dos pés.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012



... Pensaram toda a vida que renegar a memória do holocausto seria renunciar a qualquer tentativa de convivência e o esquecimento... Gera esquecimento... E repetição. Tem que lembrar sim! Mas fico confuso quanto à interpretação da massa. Não falo de mentes isoladas, mas do acumulo delas subdivididas por sua vez. Mas comecei falando sobre a lança. Aquela que levou Jesus a outro plano. Considerar-se-á quem sabe uma chave. Objeto cortante que parira de vez a narrativa católica! Último sopro daquele que nunca fora ladrão e morrera como um Deus... E havemos de convir: calara o verbo. E olha, ao correr dos anos, a festa q fazem com o discurso do homem... Fez um caminho e um escarcéu de sinceridade tão grande, q justificaria sem palavras todas as traduções do silêncio... Compreendo o Santo Sudário. O pano que limpa o rosto que sangra... A cruz perpetuada como a “última morada” nesse aqui de terra... Mas a lâmina que perfurara a carne. Dele que somos todos nós! Confesso que isso me confunde... E por vezes até incomoda...

sábado, 18 de agosto de 2012


21

  • Vida de Passarinho


O que move um homem pensava. Trabalho, casa, família. Dentro de todos os preceitos o que restava bem verdade eram contas e um azedume incomensurável. A última vez que abordado numa dura da Polícia Militar perguntaram sobre drogas a resposta foi direta: Tá me esperando em casa doutor! Promessa de altar. Tinha somente uma filha estranha, apesar de achar a cabocla linda. A esposa não envelhecia. Cadela! Ou era ele que estava muito fora de forma. Achava um porre fazer média e sorrir amarelo para sogros velhinhos com odores da terceira idade. A tal colônia nem em brechó, falido de falência, se encontrava mais. Protelava o velho, há anos, o término do frasco. Embebia a pele com um passado que não voltava e por estranho motivo remetia o cheiro às... Rugas. Pele retorcida pelo tempo, abarrotada, células mortas. Embalagens descartáveis  pensava! Que povinho mala! Era coerente, mas estava de saco cheio. Mesmo! Explodindo! Pela primeira vez em décadas libertava o monstro alimentado...

O vidro acabou na goela do velho que perdera os dentes e enfartara no meio do percurso. A pobre esposa catatônica rezava em silêncio um Pai Nosso que não terminou. Atingida por um samovar russo alcançara o chão com a brevidade de um corpo esguio em declínio. – Velharia que vai outra que cai. Repetiu três vezes. A filha gargalhava no auge de um surto da onde jamais retornaria. Seria internada por um contra parente bacana cujo nome não poderia ser identificado.

 E o cara, ainda embebido de sangue quente, algemado em flagrante pescava tranqüilo. Quando anos depois um repórter da rádio estatal perguntara o porquê daquilo tudo, respondera sem mexer as sobrancelhas que os anos foram generosos e o tempo honrava cada mote de trezentos e sessenta e cinco dias, para que compreendido pudesse ser. A primavera cuspia flores e não outros nomes. Não haveria herdeiros de fé para ensolarar qualquer sombra de arrependimento. Era livre: se nascera para viver todos os dias iguais, deveria então ser um passarinho e de resto, à gaiola que a ele caberia.

O gaiato era sincero. Repetiu isso novamente três vezes e voltara para a aula de teologia do presídio com nome de governador. Estudava agora a palavra. Não mais moveria suas mãos. Ia ler até cansar e esquecer o cheiro daquele perfume velho.


 
  • O Outro

O Porquê de uma vida passada sobre o sentido das coisas, não sabia. Se a morte são as expectativas por trás dos séculos, também não sabia! Mas agenda marcada para falar com o pai, diziam. O escolhido, tratado e curtido no barro da existência plana. Hora? Isso nunca! E repetia, vociferando consigo, baixinho. Domingo era outro dia para conversar. Outro dia! Pensava. Isso deveria ser estar perto. Pronto! Todo dia era dia...

Anárquico o malandro; Mas onde moravam os anjos? Hospital vivia de acidente, e além da ausência natural dos acontecimentos, uru cava o resto e excitava a turba. Um bosta de gente! A opção, as escolhas. Ninguém encostara um revólver para reinvidicar ulterior história. Rumo decidido! Um ponto distante. Um estorvo! Um escravo...! De si, daquele, de ninguém.

Era o cobrador da própria honra. O motorista míope. Longos e intermináveis minutos escondidos na alcova das idéias. Ninguém duvidava. Era ansioso. Tanto quanto teimoso! E burro, porque carta queimada “num” guarda segredo. E ali é onde se esconde ouro.

Envolvera-se com uma dessas mulherezinhas pequenas. Tinha estatura e QI de caramujo. Era tal de “nós vai”, seguido de excessivos erros de Português, algumas palavras difíceis e bisonhos remendos. Até a lingüística jazia surda no coração da moça.

E naquela noite fora arrogante, o cara. Muito! Muito! Cuspia palavras de brasa, arregalava olhos de cramulhão. Mas sabia muito pouco dela, e isso muda tudo. 

Enquanto batia a última pinga de cinza, já quase um defunto ao ser atingido por um cinzeiro em movimento, tentou falar, mas só ouviu. Vá com Deus porque nem o capeta te agüenta! Estafermo, ainda pensou, egoísta!

Dá mole que “o coisa” ruim come teu rabo. Gritava a outra! Voa, voa... Por um momento fizera parte da revoada... Até pousar o asfalto, com os olhos ainda abertos...

sábado, 14 de julho de 2012

... Soubera ela q a delicadeza do fundo dos espelhos é o avesso do olhar. E somente vestido de alma pode-se ver. Ou ter-se a certeza de que há; ALMA: raíz intransferível do comportamento; movimento abissal comprometido com atos comuns; divindade intransferível denunciada por atitudes desgarradas e afins.

PENSAR ... PENSAR ; exercitar o PENSAR. Ou restarão 1 elevador e escadas; apartamentos altos, salas, janelas e 1a forma de planar por alguns segundos q justificarão a existência pífia de ter visto passar, o q poderia ter sido plenamente sentido ou evitado.

sábado, 23 de junho de 2012

O vão entre a poesia e o entendimento é o erro. PQ nele, reagimos, compreendemos, e caimos na mais humana e pura realidade: na dor, somos mto parecidos. E o ERRO para quem se levanta; é dádiva. Reerguer soa a trombetas medievais. Pressupõe o ato daquele q esteve no chão ou 1a vitória doce de chocolate amargo e lembrança sem prazo de validade. 1 TX é CLARICE, por sí só, mundos de informação. Mas se pudesse eleger, ou isso fizesse alguma significante diferença para alguém; diria tratar-se quase sempre, d algo q gostaria de ter escrito. E todo dia ainda sobrevivo.

sábado, 26 de maio de 2012

As vezes, sentir-se pequeno é fundamental. Não no sentido literal da palavra, mas na esfera do ser comum. Aquele, repleto de estórias e defeitos; q esquece o vizinho e se aninha no próprio umbigo. Para depois; bem depois, Saber o quão importante é, emoldurando c sorriso o q acontece em torno. Entre o vão e a felicidade existe 1 corpo travestido de gente. Pertencemos!
Mas qdo o universo clássico é "divinamente corrompido", de forma mto particular, sinto-me do mundo; de qualquer lugar, de todos os tons. Desde que haja eco, somente. Fecho os olhos e as paredes dos ouvidos agradecem ( ou muros auriculares?). O que o cérebro entende e reinventa; isso sim, é mmmuito pessoal; e importante!

terça-feira, 22 de maio de 2012

A comunicação falada por si só, deveria emergir lavrada de perdão, ou simplesmente desistir. Falamos para fora, e para dentro... Simultaneamente... Em colisão!
1 DEUS para EXISTIR em alguma escência ou movimento precisa de platéia. Isso é fato. Ou reinaria soberano sobre o silêncio branco de uma página de papel! O vácuo; seria alguma forma de não preenchimento da fé? Ou querer caminhar aonde a mente não alcança? PQ a carne é o perdão comum. E qdo for inevitável duvidar da insanidade humana, necessária? Ou o q seria isso? Ou o avesso disso? Pensar ...!
EXPO. "Jóias do Deserto" (Centro Cultural da FIESP; na Paulista). Informação e iluminação sincronizadas c mapas desenhados nas paredes. Ornamentos de toda ordem, fotografias de faces e tecidos, que reluziam nos fios de cobre ou minúsculos espelhos, as cores da vestimenta. África, Omã, Marrocos, Tunísia, Índia, Paquistão e outros q não me lembro. A impressão de q até 1 cego, inevitavelmente, saberia dos acontecimentos. Energia. Plena de tradições! Aderessos q moraram na vida de alguém. Onde, mtas vezes, o q pode parecer resumir 1 social vazio, é o lar intocável de alguém. 

sábado, 5 de maio de 2012

"il faut se prêter aux autres et se donner a soi-même." (Montaigne)
1a vida desacompanhada de música, penso; não aconteceu...
O tempo cortou as franjas do cabelo; depois aumentou os meus graus; e por fim, fará dos óculos prova contundente; d tudo q pouco vi!
Georgy Kurasov -
Passando pela mesma rua de Higienópolis encontro a senhoria chamada "Princesa". Encolhida feito planta, debaixo de 1 fino cobertor. busco outro, mas ela novamente recusa. E diz q o novo esta guardado. Esse bairro é judaico, e tiro o meu chapéu p a tradição - ou deveria colocá-lo! PQ mesmo sem teto, aqueles daqui cuidam. E, p alguém, no seu universo senil, o teto são estrelas. Como diziam os poetas! Antes dos risos, ou deduções; saibam: geralmente é mto pior! Há 1 "lar"; E nas portas abertas sem paredes a invisível inscrição. COMUNIDADE!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

As diferenças! Pobre daquele q não percebe a divindade oculta em tanta gentileza. Confundir o ego e a auto-estima é quase lugar comum moderno. Se somos isso, precisamos daquele outro. O som do silêncio; o ponto e o contra ... Nem DEUS poderia ser maior. Sem platéia, viraria vácuo. A importância de cada, e o q há de imenso nisso. "Ama ao próximo como se a ti mesmo". Lembra? O pai, ou o filho? Ou o q percebemos e repetimos frequentemente. Atitude! E não caminhar nas palavras, é desdenhar, da própria língua. Depois pagamos por ela; na curva seguinte!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

‎"... Os grandes poetas, os filósofos, os profetas são seres que, pelo puro e livre exercício da vontade, alcançam 1 estado onde são, ao mesmo tempo, causa e efeito, sujeito e objeto, magnetizador e sonâmbulo". Barbereau (teórico da música e professor do conservatório / filósofo pouco conhecido, segundo Baudelaire).

terça-feira, 1 de maio de 2012

Calor lembra suor; água salgada em transpiração; "exalação"dos poros. Penso q qdo esta frio, a metáfora inversa soa coerente. O título de 1 livro de Fernando Pessoa, "O Eu Profundo e os Outros Eus"; hj, seria a poesia q resumiria o meu dia. Silêncio absoluto, palavras em movimento, na alma q é o chão, onde minha vida sempre começa. Agradeço! Namastê! Saudade da Blyss Yoga.
Ando valorizando o movimento RAP da periferia de SP. Pesquisando (ou investigando), e percebi o crescente aumento da cultura Funk. Nada contra, apenas penso na literatura cantada; moderna. Forma de expressão necessária aos q não substituem a PALAVRA pela porrada. Outro dia falei no trabalho genial do compositor Criolo, e parece q passou desapercebido. Essa terra q acolhe, precisa entender "seus passos"'; assim como a raiz e os PQs das atrocidades relacionadas as torcidas organizadas. Cultura na lata! Somente uma opinião.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O segredo transparente das almas velhas; dos potes vazios; da necessidade humana em derramar suas memórias; 100 tempo certo, ou decreto de alforria; da barriga q foi morada. E se nunca traduzida, carregada desde então ...

Sobre Picasso / certa vez, numa mesa cheia, o pintor chamou o garçom e disse q havia rabiscado 1 guardanapo e q gostaria q fosse a paga daquele jantar. Seria um presente p todos. Sai esfuziante o subalterno p falar com a chefia. Qdo retorna diz 1 ok c ressalvas. Faltava assinatura! Espere, responde imediatamente o artista; falei em pagar o jantar e não em comprar o restaurante. Foi o q ouvi!
Clarisse Linspector/ "Um Sopro De Vida" é o título de 1 livro mto especial. O vento; páginas de Clarisse sempre lembrarão. Mas tornados e furacões, fazem peculiar impressão. Como se a sela de tinta, e baia de papel, fizessem em algum momento, montaria dessa senhora. E dali, só retornaria, na resposta indivisível de cada 1.

domingo, 29 de abril de 2012

sábado, 28 de abril de 2012

"A imaginação é mais importante que o conhecimento". Albert Einstein
Conversando hj pensei no corpo de cada 1. Casa ou carceragem? Pq aquela q é feia, ou melhor, assim se sente; será, até envelhecida, encontrar a mais bela da turma q tbém enrrugou. E somos alma, não! Essa fora apresentada como a gde responsabilidade d vida, de cada, desde q aprendi a ler. Ou será q foi outra daquelas mentiras sociais embutidas no aprendizado comum...
Não tenho medo de errar mas, desistir . Não faço pq não tenho coragem; suicidar a própria alma; universos. Como içar a vela e rezar para não ventar; ou achar nexo no marasmo do barco; a esmo. É tão pobre o semelhante! E falo de espírito, luz. Joga-se fora o outro, como se de pele, revestida não fosse a outra ... Alma... Calma; há liberdade nas palavras e nem sempre foi assim.
O maior de todos os tempos. Certa vez, a platéia enfurecida atirava objetos ao palco após a erótica coreografia do bailarino. Fecharam-se as cortinas e o empresário (amante) se atira num gesto das coxias. Enfurecido, nas entrelinhas do apelido, altera o tom. "Sacha; vc se masturbou perante toda Paris!". Imediatamente veio a resposta: "não, não fui eu!". Se não me engano o ano era 1912. Acabou num sanatório ele; covil de tantos artistas . Dizem até hj, q voava no tablado como se soubesse n`alma, q acabaria engaiolado como passarinho triste. Até q, insano, por fim, perceberia o caro preço da eternidade.
www.youtube.comVaslav Nijinsky Juventu
A profundidade de outra literatura. Dos tempos q palavras não eram reduzidas a símbolos; e computadores moravam num futuro que não se pensava. A vida tão distante. De cartas, telefones fixos antiquados e caros e diferentes medidas. Perceber o velho é abençoar a sabedoria do novo; saudar a existência; e quem fez do caminho morada. Para dias depois, multiplicando muitas e muitas horas, somar dezenas e centenas de décadas. Até finalmente; alguém de longe; passar.
Sobre B. Brecht / A modernidade desse poeta é "divinamente insuportável". Parece q estagnamos no tempo! E q a paciência nacional ultrapassa invisível todos os limites. Apesar das notícias, do bolso, do gás. Sinceramente, há muito o q se pensar! A velocidade da rede não é a contravenção das idéias? Penso, as vezes, q as informações se perdem, na quantidade real daquilo q podemos absorver. Q sejam então outras medidas, e leituras; e reeleituras. nesse caso: "a falta da necessidade, fez (ou faz?) o ladrão". E o voto, mentira armada, dos q não compreenderam ... Nada.
Sabe. As vezes estamos exaustos! Cansados de tanta paciência, tanto jogo mole e conversa fora. 1 apertar de botão, 1 compartilhamento de idéias e a multiplicação é inevitável. E chegamos ao limite! Fruto de uma história moralista, deturpada, babaca mesmo. Arrotar ainda agride mais do q criança dormindo na rua. E especialistas afirmam q esse CÓDIGO FLORESTAl é "mentira de pasto". Se FB é a promoção do corpo e egos inflados somente; então ninguém entendeu nada de NAVEGAÇÃO; definitivamente ... Enxerga o oceano q t cerca.
Faço acumpultura c 1 sábio chinês. Hj - há pouco! - me dizia q trabalhava mto; por isso era necessário contemplar formiguinhas. E isso era a vida; portanto, se não pudesse mais, o resto todo possuiria outro sentido ... Como o saxofonista e a estória, q tantas vezes conto. Mas por fim, quase sempre; só resta a música. E isso também é muita coisa!

domingo, 19 de fevereiro de 2012


Minha poesia insône retalhava letras. Pai nosso! Até dormindo elas me acordam. E penso dizendo: senhoras, tão tarde p trabalhar. Cavalo bom também pasta e dorme! Mas insistentes são elas; as letras. Eternamente fálico o lápis, em breve, tá cobrando hora extra ou optando por uma vida prostituta numa esquina de Copacabana... É mais tranquilo eu acho.


sábado, 18 de fevereiro de 2012

ME PEDIRAM P REPETIR ESSE TX ; 1A HOMENAGEM A LITERATURA RUSSA Q TANTO APRECIO ... SEJAM MTO BENVINDOS

5

Autores Russos

Tinha paixão por autores russos. Era um texto de beleza fria, por isso de olhar amplo e generoso. Palavras que romperam o regime, traduzindo para diversas línguas, a resistência de um povo. A origem, seus movimentos e contratempos. E não estamos falando da língua inglesa não, meu velho! É russo! No máximo dirás vodka. Ou alguns nomes, quem sabe. Sasha, Ivan, Dimitri!...

Pensava nas prisões geladas de Dostoievski, na chave mestra de Tolstoi que desejava unificar todas as bandeiras, no nariz de um Gogol alucinado e de Tchekov. De forma particular, o texto do teatrólogo intitulado O Monge Negro, me chamava especial atenção. Era fininho, da espessura do menor dedo. Erudito, cansativo, mas de profundidade abissal. O personagem conhecera o habitante de si mesmo; alma; ou espírito se conveniente for. Convivera avisado sobre as benesses do silêncio, mas desabafara, e por fim, tachado de doido acabou numa clínica... É compadre, calasse a boca e não aturaria um sonoro eu te disse, no transbordar derradeiro da própria caligrafia! Geniais os caras. Épocas duras. Aliás, naquele lugar: Quando a vida não fora dura? Gelada? Até hoje! Navegar era coisa de navio e o pensamento radical do regime, palavra de um homem só.

Diversas vezes me perguntei como Dostoievski fora ele mesmo. Burlar com palavras e, pagar a língua atrás das grades. Não importava. Tinha palavras! Via o mundo acinzentado sem jamais perdê-las. Congelando feito passarinho ao relento, fomentando uma dor escrita, ao mesmo tempo em que rude permaneceria. Até terminar a vida; Quão triste poderia ser um homem; para parecer aquele, pensava. E havia sido. Ah! Se havia!... E lia, lia, lia... E o inverno? Se não houvesse sido menosprezado por incautos generais, ou se soubessem do seu poderio, das duas uma: ou corriam, ou agiriam de forma mais sagaz e talvez, hoje, falássemos o mesmo idioma. Textos diziam que durante todas as guerras, a preocupação maior do exército bolchevista não era espionar, mas contra-espionar. Fornecendo provas, desertores e boatos para confundir qualquer coisa que Lênin definia como: intelectuais ávidos por trabalho. Dessa forma, achava interessante fomentar linhas de raciocínio que desviassem o foco e perdessem de vista. Era a desinformação. A visão do ato ao contrário, para se alcançar o meio! Fantástico, não!

Sobreviveram da contracultura os conterrâneos de uma literatura extremamente particular, complexa, poética. Com mãos de ferro e frio nas mãos. Era a tundra, descolorando neve branca... De alguma forma.
Também discorriam boatos sobre o armazenamento de bilhões de dólares em bancos americanos. Aguardariam uma possível queda da moeda para a injeção de capital e posterior recolhimento. 

Enfim! Planejavam no contragolpe do outro. Desabaria a maior economia do mundo com seu rabo preso, e mãos atadas... Numa alusão a nossa tradição, diria que aguardavam uma meia lua de compasso para entrar com aquela rasteira bacana da capoeira... Definitiva!...







sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O melhor lugar... Do lugar comum... É ele mesmo!                    SIGA O BLOG
Blanca //

A vida doía. Acordar e olhar o rosto cadavérico no espelho, predizendo novamente todas as incertezas, e uma fragilidade ímpar. Tinha reza, tinha santo, profissão que não era emprego. Faltava algo! Acertar a cervical, olhar na linha de outro prisma. Uma rama desenfreada de porquês. Como quem tentava resolver a história que passou. Remendos não arejam dias vindouros. O olhar passado, remoído, triste. Aquele que se deseja esquecer e adormece agrupado em conchinha, com os últimos fios de cabelo branco e auto-estima.

Um dia disseram que ela queria me ver. Xamã paraguaia que conversava com os anjos. Sonhava em adormecer de vez no seu quinhão de terra. Mas fizera uma família aqui. Todos que se chegavam e achavam um colo. Dizia que os umbrais escureciam a alma como galhadas de arame farpado. A sombra das costas deveria estar alinhada, aquela outra que pela frente faria caminho. Como batedor que marcha com a coragem nos pés e sabe a responsabilidade dos seus apontamentos. Crê na certeza de que não mergulhar é não saber do lado escuro de um espelho de água. Aquilo que sustenta as costas e te coloca no centro, em fila indiana, compactada e firme, para qualquer percalço. O que se conhece, ou se pensa saber... Por trás do que se deveria deixar; desprender-se. E retorcido, ao sumo, transformado em energia motriz; Ela sabia... E como!


VIVER... Aquilo q não depositamos em lugar algum; d tudo o q representamos e percebemos e adiamos e engolimos. A seco; ou olhos e bocas molhadas de saliva e informação genética q julgará possibilidades e adiantará o futuro; sem prevê-lo. Sempre estaremos sujeitos ao acidente; uma notícia. Uma capa de chuva... Ou jornal...! 

"CORRER ou CORRER / Eis a QUESTÃO = Sociedade Moderna
" O POETA DAS COISAS SIMPLES"... No meu país; q é só meu. Seria ele presidente. E toda poesia documentação obrigatória; como prova de existência e cidadania.

SOBRE MARIO QUINTANA

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Deus ouve música...  Talvez! Mas pessoalmente, compactuo com qualquer soma de perspectiva sonora ainda meio desconhecida; mas q me agrada mto. Violoncelo, violino; música de moço e menino... E outros versos e entendimentos; q por si só dizem.




terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Mas todo mangue também é ninho. Infestado de mosquitos e muriçocas alucinadas. Quando percebemos que o contato físico soa repugnante e o ar periférico parece ruim, não realizamos que a lama esconde um imenso berço. Um útero natural parindo vida em sincopada velocidade. O milagre dissipado de milhares. Ninguém é de todo bom ou ruim... Nem ele. Nem assuntos. Ou pessoas ou lugares...

 ENSINARAM-ME Q ERA ERRADO FICAR EM SILÊNCIO e REZAR PARA 1 DEUS Q NÃO FOSSE ABSOLUTO e DORMIR A CALMARIA DO MAR SEM MOVIMENTO e PAGAR PARA REVER O AUTORETRATO. DISSERAM-ME P NÃO FALAR NOME FEIO, MAS RECEIO TORNAR MEU JURAMENTO INDECENTE. É PQ PALAVRA CONTIDA NÃO É A VOZ Q SOA; É A OUTRA; Q NÃO MENTE...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Certa vez me disseram que eu não deveria mais contar estrelas. Silenciar o tempo. Respirar a letargia de uma filosofia budista, por exemplo, que contrapunha todo o resto a que durante uma vida inteira estive acostumado. Falavam que deveria ter pressa, pois havia um mote de valores que deveriam circular no curral da sala de jantar e contas e pessoas que precisam de pessoas. E mulheres que se entregam para amar e homens que amam para trair e novamente, se entregar.  Uma complexidade deveras estranha mediante tantas outras atitudes imediatas a se tomar... O foco de uma real qualidade de vida se calcado no outro fosse, automaticamente, a paz de espírito preservada seria deverás interessante; e profilático. Imaginar que mesmo hipoteticamente as duas da matina você poderia em qualquer espaço da cidade grande, largar seu carro e os documentos dentro como um gesto impensado, automático; sem conferir travas, passantes, guardadores, ou mesmo a polícia porque o imposto que ninguém sabe o destino certo poderia ainda não ter sido pago. Pensa só...  Não é discurso babaca não, meu caro. Provado já fora, que cérebro e informações possuem lá o seu limite. E é logo ali. Células morrem pela ação dos anos, na proporção da qualidade de vida dimensionada e informações absorvidas e repartidas em trezentas e sessenta e cinco fatias de atitudes e amanhecer. Rejuvenescimento, velhice precoce, ou o retardamento do declínio e a ladeira... Da preguiça.
Francamente gostaria de ter tomado uma biritinha com um escritor baiano, que afirmo apenas ter possuído penugem abaixo das narinas que naturalmente eram duas na tentativa de obter explicações desaceleradas e definitivas sobre alguns fatos que não considero de total irrelevância...Começaria argüindo o porquê do cafezinho com bolo de fubá fazer mais falta que lagosta. À Tardinha, por aqui, não costuma ter crustáceo e acredito ser assim em quase todas as regiões. No meu senso pessoal, a resposta foi quase unânime. Ou será que somente ando com pé descalço? Ou não seria a conversa, antecessora ao hábito alimentar, propositora da mesa redonda nossa de toda santa refeição... 
Seriam esclarecimentos em tempo real, previsíveis e aumentados por monóculo de privilegiado critério. Perdurariam no meu HD pessoal. Transcreveria teorias de monte. Quem sabe talvez, relatasse o entrevistado que a tradição dali adorna a pressa, em crítica profunda e contumaz.  O que é sua lentidão... Conheço essa praia... Confundo no... Fundo... Atingir os avanços tecnológicos e é percorrer um caminho sem fim. Amanhã tudo mudou. Tudo, tudo. Ou melhor, depois que o caríssimo leitor terminar por finalmente compreender que o verbo avançou no tempo do relógio digital e já foi!... Acabou o manual...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Queria poder desaparecer e acordar sem identidade; num lugar chamado casa, q fica na rua Terra, ao lado do entardecer; tomaria café, falaria do violão, até a próxima chuva forte, q derretesse minhas ilusões de sabonete...!

A poesia derramada à conta gotas sobrevive na alma! Tão concentrado o néctar, q sustenta em pé “sua fonte”. Quisera soubessem a dor de escrever; poderia dizer. Sobre o alívio disso tudo; é outra natureza de avaliação.  Menos "umana".      
+ Racional / social.  1a opinião somente...

Quanto tempo mais, precisarei p saber o não sinto. PQU "dores intelectuais" com hora determinada é espaço vazio e isso seria outra interpretação. O egoísmo humano chega a ser ridículo. Palavras certas, nas horas adequadas; aliviam, desanuviam; fazem compreender... Novamente pensei na "Nossa Senhora do Silêncio", q o ainda menino Fernando Pessoa dizia quando se referia à lua... E 1 pouco de claridade infantil, p purificar alma surrada!


SE pedem repito. O q falo. Aquilo q escrevo nesse livro abstrato e passageiro; quase aprender a reengenharia dos registros! Ou a ode ao raciocínio; PQ o reflexo acaba por ser anotado. Se não interessam poesias; largo tudo ao vento virtual da tela. Do seu computador. Que em tempos modernos tbém é a sua casa! PQ aos meus olhos restam os delírios; q eu mesmo construí; talvez p sobreviver... Sorrindo!



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A Burca e São Paulo / Não sabia da espessura da vestimenta! Relatos revelam que é similar ao jeans barato, duro, quente, de impossível balançar. Tornando os movimentos rudes! É como se fosse o resumo de qualquer sugestão à escravidão dos costumes e suas dezenas de dúvidas.
Também pensava nas barbas de religiosos que contrapunham ao desejo dos espelhos. O próprio significado do binômio reflexo-reflexão.
Ousaria até citar, que a significância da vestimenta se estica ao entendimento. Não só tudo que reprime, mas a grande falácia orquestrada, da vergonha semeada. Seria a barba outra forma de burca? Ou indo além, num delírio cosmopolita, chutaria que fatos geográficos aproximam a vestimenta do adjetivo. Um exemplo: a grande São Paulo! Talvez, esta sim, represente a grande burca deste país.
Imagino num rompante, em absurda sincronia, aqueles milhões de pessoas. Rasgando uniformes, paletós, títulos de grandeza e costumes. Num único grito de sonora e prometida alforria. Sentida, esvaziada, dos excessos de zelo ao futuro próximo, quiçá distante. De todo esforço sem praia. Da soma de cursos, mestrados, doutorados, universidades. E pontos batidos e burlados. Do trânsito de toda a vida e de toda paisagem cinza, e seu tanto de CO2. Tudo! Finalmente reciclado! num imenso suspiro coletivo, ruidoso, igual. Ecoando, simultâneo, chacoalhando a terra e as veias de cobre e ferro carcomido.
É importante observar, que novamente não poderia desprezar a água sem reutilizá-la como ferramenta de compreensão. Fazer-se entender é o ó. E Sampa merecia um sopro de montanha com gosto de menta e árvores grandes de madeira. E outro Ibirapuera, e parques e coisa e tal... Qualquer coisa que justificasse o ar imundo que se respira, o esforço paulistano em “ser”... E compensar aquela ausência óbvia de tons esverdeados... Talvez a maior teia de encanamentos entrecortados no subsolo de uma capital brasileira esteja na da grande São Paulo. E, se não é água o que corre, perdoem os puristas ou iludidos de plantão. É cocô mesmo, meu senhor! Esgoto é nome chique. Um imenso liquidificador de bosta. Falemos o português popular brasileiro, e por “fezes”, transparente. Porventura até límpido! A multiplicação de todas as nossas necessidades jorrando em qualquer purificador que deságua no rio tataratá e dali pro mar e você passa a nadar mergulhar. É muito “ar” para se pensar no cheiro asqueroso de uma rave de coliformes fecais. E vizinhos, e contraparentes de bactérias, colados ao seu corpinho esculpido.
O resto é perceber a nossa realidade moderna, cheia de cloro e certezas perdidas numa imensa camada de ozônio, ferrada até o limite. Bem feito para todos nós que coçamos o saco e fingimos nada existir. E calamos a palavra, e vestimos a burca. Por quê? Andamos, nadamos e, conscientes do dever cumprido, poluímos o céu nosso de cada dia, com tamanha destreza, que até os ácaros foram absolvidos em anúncios de produtos. Agora reciclam pele morta em ambientes pouco arejados com baixa densidade de luz solar. É muito capricho para tanta lambança! Peça desculpa aos seus filhos e seja sincero uma vez na vida, somente. Mas seja! Eu fui! A vida é doce e... Uma linda... M (!)
‎... "Meu tempo é quando" disse o poeta Vinícius de Morais. E o seu, irmão? Corre vento e ventania, toda hora e todo dia; içar velas, mergulhar; é água q não rega a pele mas inunda pensamentos e lava / Há 1 vulcão q somos todos nós; daí tantas contradições e convivência. Saudade de yoga, das "pessoas q são pessoas". Tranqüilo! Esvaziar o pote...
‎70 MORTOS NUMA BRIGA DE TORCIDA NO ... EGITO! É! ANOS DE CONHECIMENTO E TRUCIDARAM RIVAIS EM NÚMERO MENOR. MILHARES DE ANOS DE CULTURA; AÍ SURGE A NOVA E MODERNA EXPRESSÃO:"GLADIADORES MODERNOS" NA MAIOR EMISSORA DO PAÍS, QDO O ASSUNTO É MMA. SERÁ Q ESPORTISTAS SUBSTITUIRÃO CANHÕES? A IDÉIA TRABALHADA NÃO É RUIM; MAS FORAM 70 NO EGITO; TÊM FARAÓ MORRENDO DE VERGONHA EM ALGUM LUGAR INVISÍVEL. NÃO SABEM O Q SIGNIFICAM BANDEIRAS ...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Amanhã cedo parto p Minas p levar os meninos. Volto logo; mas penso como não me acostumo em de repente "deixar de ser" pai; todas as horas; e amores e repressões necessárias. E novamente de longe rezar baixinho; sem respiração de filho ressoando perto. Sabe passarinhada na roça ou ar condicionado moderno; os silêncios; é isso... Quando perto... Calmaria de alma!

domingo, 29 de janeiro de 2012

TODO DIA É DIA DELAS! MAS SER CRIANÇA EM SINTONIA COLETIVA; TALVEZ SEJA UM ARCO-ÍRIS... PLANTANDO BANANEIRA! 

Dedico AO FIM DAS MARAVILHOSAS FÉRIAS C FILHOS E SOBRINHOS
Ontem sonhei c um mundo melhor; uma mesa de jantar q se perdia de vista e atravessava oceanos. Havia grãos e todos os dentes ornamentando bocas sadias q sorriam sem parar. Tinha: gargalhada de bola e pique; polícia sem ladrão; arma de espada p defender o castelo q era... D todo mundo! Pq criança só é dona; qdo pais se esquecem de dizer o essencial! E arrotam poderes "maiores" q 1 eu T AMO filho. Ontem sonhei...

"N tenho tudo q amo, mas amo tudo q tenho". Frase de caminhão. Concordo! Mas um adendo: todos os dias penso q o q realmente tenho a pele esconde...

Disse calma a minha alma. Pedi horas de silêncio e noite; "meditação"; ou o avesso das notícias ou o desprendimento. O q existe entre o perdão e a falta dele é ar q vira idéia; no mais, tubulação q são artérias e dúvidas. Corre pelas narinas e nada feito peixe no mar vermelho das células; e morre quando de cansaço, o corpo pede sono...

sábado, 28 de janeiro de 2012

Encostei meu ego na parede e disse: pq corremos tanto? Qta cobrança; calma! Fez yoga? Respira p o mundo fluir... E agradece o dia, antes mesmo da primeira atitude. Por menor q pareça, a diferença é vizinha do raciocínio. Pelo menos hj! Não sejamos reativos. Todo perdão é pouco e principalmente; exigir do espelho, outros movimentos. Aquelas são as suas fronteiras; o seu contorno; onde mora a sua alma... Saudade da Blyss Yoga
Poderia pedir orações, velas, pensamentos etc. Ando cansado. 1 mínimo de satisfação e adequada punição aos culpados. Prédios não vem abaixo todos os dias. Sendo fato isolado, para bom entendedor, foge a legalidade. Quem pôs abaixo; ou o q? Fala-se em estruturas removidas em obras q não deveriam; ou odores de gás. E as famílias senhor governador. Mesadinha e foda-se! Perdoem o desabafo. RJ triste é como moda sem viola ou vestido bonito ...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Às vezes me sinto desprovido de proteção senhor! Acredito, agora, nos meus! PQ meus filhos retornaram e um silêncio de ar-condicionado, como mencionei há pouco num desses sites de relacionamento; “urge”. Aquela falta de ventania e grito sabe. Tudo; absolutamente tudo o q fora reclamado e discutido durante todo janeiro de férias, cai na mais profunda falta de sentido se o assunto contorna as curvas da ausência... Quando havia os personagens, as estórias continuavam. As novidades do futebol virtual e aquele abraço de todo... Dia bom! Todas as horas deste mês fui pai. E é preciso concentração para não esquecer q continuamos. De longe, via web ou telefone; ou carta q ganhou ares retro, mas é super bucólico. Outra modernidade saudosista! Porque nessa correria toda, daqui a pouco, você que não tem absolutamente nada a ver com isso poderá estar morrendo de saudade também. E subitamente, num relâmpago de idéia, perceberá que ninguém vai entender é quase nada. E que o carnaval alastrado no peito, todo ele, de pouco serviu. Não ouve semblante fechado, ou anunciação indireta que fizesse o pseudo-analfabeto do amigo sorridente de fim-de-semana alcançar. E cobram sorrisos e hífens enquanto morro de. Saudade; dessas que não tem pressa em passar; e fazem poesia, ou sobrevivem nas palavras!



O escritor e teatrólogo russo Anton Tchekov tem um determinado conto intitulado "O Monge Negro" q fala num sujeito q se relaciona c uma entidade q por sua vez pede segredo. Quando o dito resolve contar o fato, acaba num sanatório e ainda ouve um sonoro eu te disse. E se pensar bem, todos temos nossas conversas silenciosas; e deuses de todos os lugares; e fé de tantas "grifes". Mas ainda teimo q coração fala outros assuntos não necessariamente relacionados... Ao outro.  E certa dose de 1 saudável egoísmo,  talvez valha a pena.

Escrevo compulsivamente se deixar; como quem respira, sobrevive, precisa. Um movimento nervoso q atira pedras na noz do cérebro. E se canto, ou toco ou isso ou aquilo. Quase ouço vozes dizendo q só isso saberá! Daí, dirá q sou maluco PQU escuto o silêncio. Como se coração cadenciado não falasse; o bumbo (mudo!) ou a linguagem definitivamente q se perdeu nos lábios das pessoas q... Escrevem...
 
O bairro nublado com seus ventos atravessando palmeiras imperiais centenárias; esbarrando nos edifícios baixos. Quando vejo o Cristo Redentor me lembro de tanto tempo; aquela paisagem sempre esteve presente, como 1 quadro moderno que se movimenta digital. E suas luzes nascendo no pé da cabeceira da montanha contornada de folhas. Não sou o dono da verdade... Amante dela!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

1 gênio homenageia outro... Como estações; tempo... Atemporal qdo o assunto é MÚSICA!

O tempo cortou minhas franjas; depois aumentou os meus graus... Por fim: fará dos óculos prova contundente; d tudo q pouco vi! ...

Frases impactantes geram movimentos por aqui; 1 dicionário de citações e dia desses vc vira guru... (sobre FB)

Tem gente q se acha. Brinca c o mundo COMO SE NÃO RODASSE. A lei do retorno é ponto comum dos livros sagrados. E da vida divina q é; bem vivida e caminhada! Lamento, mas até a burrice, tem limites. E qdo te tacham disso ou daquilo! Painhos!... PQ perdoar tbém é compreende-la! A burrice da existência de alguns... T gente q se acha!


Uma Clarineta, um Trompete e uma Ninfeta P. Menor de Idade //

O trompetista era estudante dedicado. Tinha méritos o rapaz sim. Fora sozinho para o exterior, estudava muitas horas por dia. Aprendeu a ler partituras como se livros fossem; e outras línguas também. Méritos...! Mas o ego; ah! Inimigo mordaz. SE “encarregara” de criar um sujeito com vícios diferenciados da erudição. Garotas menores de idade por exemplo. Fácil perder o rumo sem ver o rosto do cobrador! A empáfia absurdamente dimensionada sorria sozinha quando vestia um terno para tocar na filarmônica; Era “concursado” o capeta e ganhava bem! E elas acreditavam que isso ainda era bom partido e ele vendia o peixe! Porque feminismo em certos lugares é palavra em desuso! Problema era pagar o pedágio ou a conta. Sovina o rapaz que tinha quase trinta! Se cair mete o nariz no chão porque à mão não abre nem para dar tapa! O outro, mais velho q tinha seus trinta e mais de meia década, era racista, gago e nascera numa dessas cidades do interior de Minas. Se auto-intitulava austríaco! Racista de carteira; reza a lenda, muito pouco dotado. Mas sabia seduzir e vá entender o resto! Nomes pomposos, gentilezas, outras línguas; sei lá. Um copiava a podridão do outro. Caçadores de periferia de garotinhas menores de idade. 

Ela pessoa boa, ingênua (ou não!); mas menina. Filha de mãe preta e parenta de vários. Dezesseis anos e já morava na capital. Crescera numa dessas cidades diminuídas e cantadas por sertanistas. Linda! E Se deixou levar com olhos grandes de chocolates franceses e vinhos. E iludir quem tem dezesseis! Simples seria ! Vendemos a alma por um preço pífio às vezes não! Ou; um mínimo para quem pensava não ter nada; pingo de pirita que era mina. E não faltava nada à filha da mãe! Futilidade moderna; ausência de pai e cinto. E a mãe, viajava para projetos sociais. Trabalhava na área da saúde pública e se enfiava aonde ninguém queria! Cuidava de problemas bucais, mas mesmo assim, suas palavras nas orelhas da menina não ecoavam, viravam vento, diziam nada.

E fôra ela, o parque de diversões dos moços. O que fizera com um, que de tanto contar, com o outro fora repetido em dobro! Entregara a menina com os seus segredos, o trompetista. Fácil ser o melhor, quando segredos não existem. O outro foi!... A Geni de Chico; A madalena de alguém. E várias vezes, quando a orquestra não tocava, lá estavam; ela fingindo estudo e batendo ponto à tarde, saciando a fome de marmanjo da vez, que cospe na cara e dá pancada nos glúteos; depois espalha nas rodas sociais o que acontece com orgulho e menininhas menores de idade.

Mas, voltando a vaca fria, ficou impressionada mesmo com o “som da clarineta”. Dizem q até 1a parceira apareceu! Sabia agradar porque do amigo estreante ouvira as estórias. O que fazer! O outro virou fachada! E "servir" quem renega a cor da mãe? Frase forte essa...

Continuemos: No fundo abissal daquela passa, passa, ou troca, se escondia oculto; talvez; o desejo secreto dos rapazes. Especialistas em sopro e outras embocaduras! O que diria Sigmund Freud que criara a psicanálise! E a figura da mãe entraria aonde? Eram quase irmãos! Incesto homosexual moderno? Talvez. Porque mergulhar entre as pernas cujo outro se esbaldou e desdenhou depois de se divertir, sem preservativos e sombras de respeito e outras moralidades em desuso. E pedir de volta com ares de desejo profundo!

Mas havia 1 detalhe; 1! E não tão pequeno quanto o falô do mais velho: O trompetista quis voltar ao duo; mas na partitura; só escrita estava; a melodia da clarineta! 

Meu pai! Com permissão atestada em conversa de balcão... E contam que muito rápido foi à passagem de um para o outro. Presentes !?  Dias que resumiriam aquela amizade eterna e profissional de anos. E com o aval do dito; ou, o do trompete, abrindo alas para a clarineta. E convivendo; todos os dias... E dizem que o segundo instrumento, é bem mais difícil de aprender!...  Deveriam ser mais modernos e correr um risco qualquer aqueles dois, porque na minha terra, quem come caroço, deseja a fruta. Se estiver errado, por favor, corrijam... Nada contra, mas “viadagem”mal resolvida é Fo da!

Sobre ela; hoje alcançou a maior idade disseram; e têm problemas de foco, inseguranças absurdas. Não sei se acabou mais ou menos piranha do que deveria ser... E fingia com certeza infantil, que era bem resolvida; ou realmente pensava... Nome não conto!  Não assino embaixo por afirmação nenhuma que venha dali; Porque verdade é outra coisa. E talvez; a coroa não caiba na cabeça do olho que enxerga o castelo! Fazer o que? Dizem que foi estudar música na escola de um e a mãe continua rezando uma coleção de novenas e cuidando daqueles que ninguém quer. Sem nunca deixar de pensar na filha! Merecia àquela senhora não! Mas tem sabedoria... Alguns contam que a guria voltou a freqüentar a casa dos “boqueteiros” (perdoem os puristas novamente) e que o trompetista corre atrás feito rato no queijo. Nisso eu talvez apostasse!... E não conseguiu se esconder; porque fugir é muito difícil; dessa estória de ninguém! É feiosa... Ilegal e notícia...


1a crônica triste


Disseram q a poesia surgiu antes da escrita; e foi 1 povo q entende do assunto q veio a informação! Imaginei bardos e "macacos" e fogueiras e pessoas "costumizadas" fazendo poesia; por vezes sons, ou versos ; contando os costumes daquelas épocas de longe. Orgulho de poeta é poesia! Salve todos. E aprendemos q para se entender poesia tem q ser... Poeta! Teoria do Leminski; q era... F...