domingo, 31 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Colagem // "Sempre preferi acreditar que negociava com quem me habitava. Alma! Rezava em silêncio por aqueles que não sabia e cantava para explanar minha forma de conjurar a vida, sem maiores conhecimentos de causa. Com ouvidos e olhos que dispensavam lentes de ocasião... A responsabilidade com que nos portamos enquanto indivíduo seria a bagagem do que viríamos a carregar, pensava. A troca! Amai-vos como se a ti mesmo. Ouvia ali, acolá, daqui a pouco, na próxima... O próximo! Mas toda agressão ao dia seguinte é compaixão estagnada. Praga moderna... Sugiro que ao término de tudo, o caboclo perfure a crosta sem arranhar, deleitando músculos retraídos e adormecendo suave a pálpebra, para rejuvenescer ao acordar. A teimosia é cabra ruim! Sem sobrenome. O procedimento relacionado ao desempenho de cada um, que por causa inerente, frequentemente é renegado - ou não realizado! - acaba por si só, se adaptando!... Mas é preciso esvaziar a garrafa pra depois encher de novo! Do aprendizado ulterior! Ou do seguinte, se preferir ... Senão agoura. Fica parecido com tecido encanecido. Por mais que se entupam de clorofila. O que resta (?)... O corpo? Transporte gratuito de questionamentos! Congestionamento do espírito santo, lotação e purgatório, que é quase a mesma coisa! E é ligeiro o carteiro, por isso não nega e corre atrás! Pra saber do seu mote! E o que venha isso a significar... De passagem... Manda a carta, espera não"...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
No ar a sagrada vibe de Mr. Milles Davies... Meio século do álbum Kind of blues...
SIGA O BLOG... CONTINUA... SEJA BEM-VINDO...
Nota: a crise na imprensa americana esbarrou na tecnologia... Poucos jornais comprados e muita informação via internet... A fonte foi o New York Times...
terça-feira, 12 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
/ Mas, já que nem visível era, portanto. A nada pertenceria. Não se pode responder ao que não se vê. Jamais perdoaria o Pai de tudo, pela mal entendida falta de forma. Qual motivo haveria? Dentro de uma interpretação extremamente particular, julgava-se menor. defeito de fabricação!? Queria ver plantar tudo isso, dizia para si. Quilômetros e quilômetros de barro... Remover... Espalhar... Toneladas de terra e sementes, aleatoriamente, no furor da multiplicação. Girar sobre a princesa em velocidade tão maior... E devastar a paisagem construída para que finalmente revessem tudo... // continua
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
E o conhecimento de toda causa e idioma. E tradições, ou; traduções (?). Parece aos olhos de um escritor-jornalista que naufragar numa tempestade de areia (!) seria não içar a possibilidade desse conhecimento? E principalmente, contribuir para desfazer mitos e citar seus verdadeiros tons.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Mudar costumes, hábitos. Gerações e gerações. É como se as necessidades não fossem indivisíveis e comuns àqueles que compartilhavam oxigênio e pisam o mesmo chão. As máquinas ruminando horas de combustível químico obedeciam às diretrizes dos que não se importavam. Moradias amontoadas. Eram latifundiários da própria cova remendando o Tempo. Novamente e sempre. Inevitável senhor de tudo. O TEMPO!
segunda-feira, 23 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Aos apreciadores da literatura de cordel segue as principais fontes sobre o estilo. No Rio de Janeiro a Livraria Graúna, na feira de são Cristóvão. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel em Santa Teresa e a Fundação Casa de Rui Barbosa. Em Pernambuco a Feira Popular de Caruaru e na Paraíba o Espaço Cultural de João Pessoa.
(Aos puristas de plantão peço q qualquer erro em farsi seja sinalizado. Utilize o email jmarcelo_br@yahoo.com.br. Mto obr.)
terça-feira, 17 de março de 2009
E do mestre dizendo que quando rico perde se muda, procura psiquiatra, tem aquela síndrome de pânico; e vocifera verborrágico sugestões grotescas para o controle da natalidade. Mas o resto. Vira três copos de cachaça, passa a mão na boca e vai tocar a vida. Aquela resolvida na labuta de todo dia. Percebi no acaso dos acontecimentos como podia um homem tornar-se imenso. Anos de dedicação que se tornaram peças de lego, enquanto buscava um desejo de sorriso e repetia com elegância; Fica tranqüilo que dia desses faço outra. Passou a mão nos olhos, pôs os meninos nas costas, pegou a mulher (salve ela!) e se encheu de ar. Fez outros negócios, içou a vela pra outros cantos, transformou paisagens.
Hoje o mundo tornou a ficar pequeno. Invadiu a paulicéia e ingeriu CO2 como quem bebe vinho no gargalo. De lá pra cá, e vice versa, invertendo radares sem perder valores. Voou para longe e traduziu anseios. Conseguiu crescer a cada empreitada. Aristocracia única que faz morada no coração dos grandes. O perdão praticado na essência sem nota em diário oficial.
Desprender-se! Aprendi com ele... Não sei, não, dizia. Mas é pra frente que se anda! “Tamô” junto... //
(Este tx retirei do meu livro de contos. É uma homenagem ao meu irmão q não pertence mais a este lugar... E que saudade!).
A saúva //
A saúva que é viúva
exímia cortadeira //
Leva a horta do moço
e o almoço da abelha. //
Porque sem folha não tem flor
e sem flor não tem mel //
Dona abelha chateada
Dava voltas pelo céu. //
Também dizia o gafanhoto
Nada sobra para mim //
E mordia o pé canhoto
Do menino curumim. //
Dona formiga se perguntava:
porque ninguém fala comigo? //
Se não tenho sossego
também não tenho amigo! //
Afinal todos nós sabemos
não é mentira de macaco //
que conversa de formiga
é só trabalho, trabalho... E trabalho. //
Resolveu a insetada
procurar a cortadeira //
que se defendeu zangada
dando bronca na abelha. //
Aprendemos desde cedo
que o inverno é frio e rigoroso //
depois as chuvas de verão
e outro inverno de novo... //
Todavia com tudo isso,
aprendi uma lição //
Com amigos dividimos
a conversa, o chão... O pão. //
E a partir deste momento
esta decidido enfim //
vou buscar comida longe
E não tropeçar no curumim. //
Confrades ilustres,
há um “porém” que ninguém foge //
são os desejos de cada um
que fere e tanto comove. //
Hoje dividimos isso
depois aquilo, e aquilo outro //
Concordamos, discordamos,
É a natureza de todos. //
Por isso sugiro em gesto solene
E o peito cheio de alegria //
A palavra que faltava:
De –mo – cra – ci – a... //
O preço que hei de pagar? Eu sei! Dores que prevêem a meteorologia que com certeza valerão cada segundo de memória e histórias para contar. É tão maravilhoso ver a rede balançar!? Perguntavam. Porque, ventania refresca!... Imagino ser esta a ótica do arqueiro. Por isso mesmo tento repetir. O cerne, a essência. O entretenimento em se buscar a raiz, onde tudo caminha para outro começo. Naquela hora, unicamente ali me esqueço do resto, e da vida inteira... Voando feito passarinho velho... Continuando a vida e desdenhando dela.
E meu primo irmão por toda história, com sua caixa torácica dimensionada e pernas de cabrito, é o beque. O penúltimo capítulo antes do contra golpe. O último soldado. Pensamos assim! Tudo certo se o gol for um movimento inevitável. Demos o melhor de todo tempo corrido. Mas não há limites naquele momento! O corpo quente embebeda os neurônios que por hora e meia pensa ter novamente vinte anos. No dia seguinte todo mundo roxo, quebrado... Feliz.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Um homem velho acordou //
E foi colher uma flor // No jardim de São Francisco //
Ouviu uma voz: meu senhor //
Cada estrela é uma flor e a raiz o edifício. //
Porque ao invés da terra é nuvem //
Por detrás do céu tem casa //
Pode ser chuva o que cai //
Ou poderia ser lágrima. //
Depende onde a lente alcança //
O que sem óculos avisto //
Porque o vento é meu velho //
Atrás da flor de São Francisco //


























